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Pergunte. Nós respondemos. - Não disponível. Catálogo. António Botto. Biblioteca Virtual. Informação à comunidade.
    
Novos horários

Verão 2010:

Julho, Agosto e Setembro.

B.M. António Botto:"

9h30 às 12h30 e

14h00 às 18h00.

Bibliotecas de Bemposta, Mouriscas,

Pego e Rossio.

10h30 às 12h30 e

14h30 às 19h30.




Boas férias!

E não se esqueça:

Um livro é uma excelente

companhia nos

tempos livres.

Aproveite para pôr a leitura em dia!



Terça-feira, 7 de Setembro de 2010

Espaço dedicado às crianças.


A Hora do Conto
"Come a sopa Marta" de Marta Torrão e "O menino gordo" de Viale Moutinho e Carla Pott são duas actividades que vão preencher a hora do conto, no espaço infantil da biblioteca, nos dias 15, 17 e 22 de Janeiro e 19, 21 e 26 de Fevereiro.

A leitura em voz alta destas duas histórias e o atelier, onde se elaborará um prato gastronómico delicioso e saudável, é dirigida às crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico. Estes dois livros, onde o comportamento alimentar é um aspecto comum, servem de pretexto para, de forma lúdica, incutir às crianças hábitos e práticas alimentares adequados à promoção da sua saúde. 11/01/08
12/7/21
Louis Braille na agenda da biblioteca
No dia 4 de Janeiro de 2008 comemorou-se o 199.º aniversário do nascimento de Louis Braille, criador do sistema Braille, considerado um importante instrumento para a educaçao, reabilitação e inserção socio-profissional dos deficentes visuais. No âmbito das comemorações da efeméride, a Biblioteca Municipal de Abrantes, está a promover, junto de crianças de várias freguesias do Concelho, uma actividade sobre a escrita Braille e outros equipamentos e particularidades que fazem parte da vida profissional e quotidiana dos deficientes visuais.

Com base no seu Serviço de Leitura em Suportes Especiais (SELESE), apoiado por uma profissional, ela própria deficiente vísual, a biblioteca divulga junto dos seus pólos este serviço que, para além de livros em Braille, dispõe de um fundo de livros sonoros e equipamentos de leitura em voz sintética. O primeiro pólo a ser visitado foi Alferrarede, a 4 de Janeiro, seguindo-se os pólos de Mouriscas, a 8 de Janeiro, de Tramagal, a 12 de Fevereiro e de Rossio ao Sul do Tejo, a 14 do referido mês, para que o Dia Mundial do Braille e os que têm uma forma de especial de ver, não sejam esquecidos logo no dia seguinte à efeméride. 25/01/08
1/10/08
“Abrantes vista através dos livros”
“Abrantes vista através dos livros” é uma viagem a fazer na Biblioteca Municipal António Botto, de 4 a 28 de Fevereiro.

O percurso é feito por entre livros antigos e publicações periódicas sobre o concelho, tais como monografias genéricas, trabalhos específicos sobre zoologia e arqueologia, publicações diversas sobre o actor Taborda, um romance de Solano de Abreu, uma biografia de Francisco de Almeida, algumas obras de António Botto ou até notícias sobre Abrantes na imprensa nacional. O destaque vai, no entanto, para o Sermão das exéquias do Santíssimo Padre Clemente XI, pregado pelo padre Frei Luís Coelho, leitor de moral no Convento S. Domingos de Abrantes, em 7 de Maio de 1721, numa edição impressa de 1722. Todo o material exposto foi cedido pelo livreiro/coleccionador João Grosso e darão uma visão histórica, cronológica e biográfica da Vila de Abrantes de então. 10/02/2008
2/11/08
Jogos do mundo
A exposição Jogos do Mundo foi concebida no âmbito do Ano Temático Matemática e Jogo, coordenados pelos Núcleos de Porto e Viseu da APM. Pode ser vista na Biblioteca Municipal António Botto de 7 a 14 de Março.

A exposição Jogos do Mundo é composta por 30 jogos de tabuleiro que, há séculos ou mesmo milénios, vêm fascinando os mais diversos povos e culturas em todos os continentes. A maior parte continua a existir na actualidade, outros evoluíram para jogos que hoje nos são familiares. Apenas o jogo Cram é de invenção recente, de meados do século XX. A maior parte dos jogos é de estratégia abstracta, isto é, o factor acaso não intervém no jogo ou, pelo menos, não é decisivo. No entanto, esta exposição também inclui jogos com dados, que representaram e ainda representam uma parte importante do património dos jogos. Além do facto da existência de dados não significar que não se jogue de modo estratégico. Cada jogo é apresentado através do tabuleiro, das regras e de um conjunto de notas. Sempre que possível faz-se um breve resumo da sua história. É ainda indicada a bibliografia e os "sites" consultados. Esta exposição resulta de um intenso trabalho de pesquisa e, em muitos casos, os materiais consultados não são consensuais na formulação de algumas regras. Foi necessário, pois, fazer opções, para que os jogos pudessem ser apresentados sem ambiguidades. A Associação de Professores de Matemática convida-o a entrar no universo fascinante do jogo e a passar algum tempo a viajar à volta do mundo … jogando. Pode vir jogar connosco, todos os dias úteis, no horário normal de funcionamento da biblioteca. 29/02/2008
2/11/08
"Abrantes a ler: concurso concelhio de leitura"
O Município de Abrantes, tendo como objectivo estimular a prática da leitura entre os alunos do 1º, 2º, 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, irá organizar o “Abrantes a Ler: Concurso Concelhio de Leitura”.

O Concurso Concelhio de Leitura decorrerá em duas fases diferentes: a 1ª fase, realizar-se-á nos agrupamentos e escolas não agrupadas (Escola Secundária Dr. Solano de Abreu e Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes); a 2ª fase (Final) realizar-se-á na Biblioteca Municipal António Botto no dia 23 de Abril, às 9h30 para os escalões A, B, e C; às 14h30 para os escalões D e E. Como princípio geral orientador do Concurso Concelhio de Leitura está o prazer de ler, pretendendo-se formar leitores, estimulando nos concorrentes o gosto pela leitura e o contacto com os livros. 14/03/2008
3/12/08
Construção de memórias
Teve lugar, na Biblioteca Municipal António Botto, uma exposição de arqueologia“Construção de memórias”, entre os dias 05 e 31 de Março. A exposição foi coordenada pelo Centro de Pré-história e promovida pelo Instituto Politécnico de Tomar, integrando-se no projecto aplicado, da Unidade Editorial e Didáctica do CPH, subordinado ao tema Formas e Funções da Comunicação.

O objectivo da exposição foi apresentar uma mostra dos resultados da investigação em Arqueologia Pré-Histórica dos últimos 20 anos, desenvolvida quer individualmente, quer enquanto instituição do ensino superior. A exposição deu uma especial atenção às pessoas portadoras de deficiência, tendo tradução paralela em Braille e em língua gestual, com vista a alargar o universo de visitantes. Os docentes e os estudantes desta instituição de ensino superior revelaram, desde a primeira hora, o espírito de solidariedade e entreajuda, salientando ainda a abertura e disponibilidade de participação, por parte da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), da Associação Portuguesa de Surdos (APS) e do Centro de Integração e Reabilitação de Tomar (CIRE). Durante a exposição de arqueologia, houve ainda, vários ateliês que contaram com a presença de crianças, jovens e idosos, onde estes, depois da visita, demonstraram o que observaram através de desenhos, pinturas e esculturas em barro. 09/04/2008
4/4/08
Linha, Ponto e Vírgula
Está a decorrer, na Biblioteca Municipal António Botto, uma exposição de caricaturas "Linha, Ponto e Vírgula”, desde o dia 04 até 30 de Abril. Esta exposição, reúne oitenta caricaturas de escritores nacionais e de outros países, da autoria do caricaturista André Carrilho e foi coordenada pela Casa de Camilo (S. Miguel de Seide).

Nascido em 1974, André Carrilho trabalha nas áreas da ilustração, caricatura, banda desenhada, cartoon e animação. Em 2002 recebeu o prémio de ouro para "portfolio" de ilustração, da Society for News Design, um dos mais prestigiados prémios internacionais para ilustração de imprensa. Em 2003 foi galardoado com o prémio Zé Pacóvio e Grilinho e em 2003, na categoria de "Melhor Desenho". É, actualmente, um dos principais ilustradores da imprensa portuguesa e um dos poucos que conseguiram chegar às mais importantes publicações do mundo. Trabalha para o "Independent on Sunday" e o "New York Times Book Review", onde faz as capas com frequência. A nível nacional tem publicado no Público, Vida Mundial, O Independente, Diário de Notícias, Diário Económico, Jornal de Negócios, Expresso, Euronotícias, Livros, Tabacaria, Egoísta e Ler. No estrangeiro, destacam-se ainda o "Fortune", a "Harper's Magazine" e a revista londrina "Word". As caricaturas de personalidades ligadas às artes, ao cinema e à literatura são a principal paixão de André Carrilho. Oscar Wilde, Fernando Pessoa, Dostoievski, Paul Auster, Cesariny, Shakespeare, Joan Didion, David Bowie, Katherine Hepburn, Picasso, Peter O'Toole, Marx, Ghandi e Brian Ferry, estão entre as dezenas de personalidades que já caricaturou para a imprensa internacional. Já expôs em Portugal, Brasil, França, Espanha e Estados Unidos. 09/04/2008
4/5/08
Festa da Primavera
A Associação Centro Comercial Ar Livre de Abrantes “ ABRANTES FORUM”, em parceria com a Biblioteca Municipal António Botto, levará a cabo a Festa da Primavera que terá lugar entre os dias 22 de Março e 03 de Maio, em Abrantes.

O evento teve início no dia 22 de Março e abrangeu a feira do livro “Flores e Letras”; o festival de poesia; livros e letras na esplanada; mostra e troca de flores, plantas e sementes. Contou com as intervenções poéticas “ Floresta de poemas” pelo grupo teatral Palha de Abrantes e “ Palavra dos poetas” pelo actor Nuno Miguel Henriques do Teatro Azul, em vários pontos da cidade. No mesmo dia, este evento contou com a presença do poeta João Manuel Bretes, nascido no ano de 1958 em Abrantes, que fez a apresentação dos seus livros “Poeira” e “Os passos na sombra”. No dia 5 de Abril decorreu um desfile de moda infantil. Posteriormente, no dia 24, irá realizar-se o desfile da flor, o festival do espantalho e o dia será encerrado com o espectáculo do Avô Cantigas. Entretanto, no dia 26, terá lugar o mercado das flores com troca, venda e oferta de flores, plantas e sementes. No último dia, 03 de Maio, haverá uma exposição de bonsais com workshop e o passeio pedestre Apanha da Espiga, a Festa das Maias e para acabar a festa da primavera em grande, terá lugar a Guerra das Flores.14/04/2008
4/6/08
Encontro com Manuela Bacelar
No dia 07 de Abril de 2008, às 11h00 e às 14h30, realizou-se, na Biblioteca Municipal António Botto, um encontro com a escritora e ilustradora Manuela Bacelar, já conhecida do público português, nomeadamente das crianças. Este encontro contou com a presença de algumas crianças das Escolas E.B.1 nº 7 de Abrantes e E.B.1 de Alferrarede, assim como com os alunos da UTIA (Universidade da Terceira Idade de Abrantes).

Manuela Bacelar ilustradora de renome, é autora e co-autora de algumas das obras incontornáveis da literatura infantil (Os ovos misteriosos, Tobias, O meu Avó, O dinossauro, Sebastião, Bernardino...), tendo ganho vários prémios nacionais e internacionais. Participa regularmente em Bienais de Ilustração em Barcelona, Bratislava e Belgrado, bem como em Exposições Internacionais de Ilustração: Itália, França, Áustria, Espanha, Eslovénia, Japão, Singapura, etc. Foi seleccionada pela Diesertina Veriag para o livro Modernos Ilustradores Europeus, onde ganhou a Menção de Ouro da Bienal Internacional de Bratislava. Ganhou o Prémio Gulbenkian de ilustração. Foi nomeada para o Prémio Octogones de Paris. Fez parte da Lista de Honra do Prémio Pier Paolo Verggero da Universidade de Pádua. Foi seleccionada pela Biblioteca Internacional de Munique para a exposição Waith Ravens. Obteve o Prémio Octogones para um dos melhores livros estrangeiros publicados em França, Mon Grand P. ed. Zarafa, ilustrado e escrito por ela. Foi de novo seleccionada para a exposição Waith Ravens da Bib. Munique. Ganhou o Prémio de ilustração do Ministério da Cultura/IBBY pelas ilustrações de A Sereiazinha de A. C. Andersen. Foi vencedora do Prémio António Botto com o livro A Borboleta Leta de Mª de Lurdes Soares na Biblioteca Municipal António Botto em Abrantes. Em Portugal publicou mais de 50 livros. A obra que desta vez veio apresentar à  biblioteca, O livro do Pedro, das Edições Afrontamento, aborda, pela primeira vez, na literatura infantil portuguesa, a diversidade da parentalidade. Este livro não pretende ser um panfleto. Pretende, ao invés, contribuir para que no imaginário infantil faça parte da diversidade dos modos de amar. E, nesse sentido, este é um livro pioneiro em Portugal. Todos os presentes na actividade participaram com questões e opiniões sobre os textos e as ilustrações dos livros da autora convidada.
4/7/08
Abrantes a Ler: Concurso Concelhio de Leitura
O Município de Abrantes, tendo como objectivo estimular a prática da leitura entre os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e os do ensino secundário, organizou o “Abrantes a Ler: Concurso Concelhio de Leitura”. Foram no total 999 os alunos participantes. A final realizou-se no dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, e contou com seis finalistas em cada um dos escalões.

Dois títulos para cada escalão faziam parte da lista das obras para leitura, elaborada pelo júri concelhio, sobre as quais incidiram as provas que avaliaram os conhecimentos dos concorrentes. Questionários de escolha múltipla ou de resposta directa e, no caso de empate, textos redigidos pelos participantes, apuraram os vencedores. No escalão A (alunos do 1º ciclo do ensino básico, 1º e 2º anos) a vencedora foi Mariana Isabel Catarino, do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes. No escalão B (alunos do 1º ciclo do ensino básico, 3º e 4º anos) a vencedora foi Maria Beatriz Baptista, do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes. No escalão C (alunos do 2º ciclo do ensino básico, 5º e 6º anos) o vencedor foi Filipe Varino, do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes. No escalão D (alunos do 3º ciclo do ensino básico, 7º, 8º e 9º anos) a vencedora foi Margarida Silva, aluna da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu. No escalão E (alunos do ensino secundário, 10º, 11º e 12º anos) foi vencedora Maria Rebelo Afonso, da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu. Os prémios foram entregues pela Sr.ª Vereadora da Cultura, Isilda Jana e pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Nelson de Carvalho, que no final saudou todos os participantes com um discurso que realçou a importância da leitura. O concurso, pelo elevado número de participantes, foi um sucesso e ao mesmo tempo prova de que existe apetência para que nova edição seja realizada no próximo ano. Para os envolvidos na organização, cada edição do concurso é uma aprendizagem ficando a promessa de que melhorar será sempre um objectivo a alcançar.
5/5/08
No ventre de uma Chaimite
Comemorámos o 25 de Abril expondo no átrio da biblioteca uma "Chaimite" (viatura blindada de origem portuguesa). Mas não se tratava de uma viatura qualquer nem de uma qualquer alusão ao movimento dos capitães. Tratou-se da viatura catalogada como bem museológico do exército Português, em virtude da sua utilização em 25 de Abril de 1974, por Salgueiro Maia, o capitão dos capitães. Por isso esta "Chaimite" teve direito a cravos vermelhos.

Nesta viatura, Fernando José Salgueiro Maia, à frente de 240 homens e 10 carros de combate da Escola Prática de Cavalaria, avançou sobre Lisboa, e ocupou o Terreiro do Paço, levando à fuga os ministros de um regime ditatorial que durava há quase 50 anos. No centro da praça, uma Chaimite, uma auto-metralhadora EBR e um Jipe, constituem o seu posto de comando e a sua força de intervenção. Antes do meio-dia é informado de que Marcelo Caetano está no Quartel do Carmo. Avançou e cercou o quartel, forçando à rendição e demissão do chefe do governo, que entregou o poder ao general António de Spínola. A revolução dos cravos ditava o fim da ditadura em Portugal. Os passos deste capitão confundem-se com a história do próprio 25 de Abril. É o mais puro símbolo da coragem e generosidade dos capitães de Abril. Arriscou a sua vida pela liberdade. Todos lhe devemos isso! Esta Chaimite tem um lugar na história. Paralelamente, a biblioteca realizou uma pequena mostra bibliográfica sobre Salgueiro Maia e a revolução dos cravos. 28/04/2008
5/5/08
A minha Itália
No dia 16 terá lugar na Biblioteca Municipal António Botto, a inauguração da exposição “A minha Itália”, com organização de Il pittore italiano, Instituto Italiano de Cultura, ENIT (Ente Nacional Italiano para o Turismo), LibriItália e a BMAB onde estará patente até ao dia 30 de Maio.

O Laboratório “Il Pittore Italiano” escolheu a Itália, nação do Prof. Massimo Esposito, como tema para esta exposição, sobretudo, por ser uma nação “artística” e cheia de fontes de inspiração. A exposição reúne trabalhos dos alunos que usaram essencialmente a técnica a óleo, guache, lápis de cor e pastel seco. A Inauguração será às 17h30, com música típica italiana ao vivo, pelo acordeonista André Teixeira, seguida de uma conferência ”Giotto: um pintor moderno”. Paralelamente podemos ainda contar uma exposição bibliográfica, mini-cursos de Italiano (às 15h00 e às 16h00), projecções de filmes e documentários tudo para dar a conhecer melhor a Itália. 15/05/2008
5/5/08
Exposição Comemorativa dos 10 Anos do Grupo de Teatro Palha de Abrantes
O Grupo de Teatro “Palha de Abrantes” assinala 10 anos de existência com uma exposição composta por cartazes, guarda-roupa, cenários, imagens e adereços utilizados nas peças realizadas, que decorre de 2 a 30 de Junho, na Biblioteca Municipal António Botto.

Dia de 6 de Junho, Sexta-feira, às 21h00, decorre no espaço da Biblioteca uma sessão de abertura, contando com os seguintes oradores: Helena Salvador – “O Teatro e os Teatros de Abrantes”; José Manuel Heleno – “O descaramento do Teatro” e Rafael Vergamota – “A importância do Teatro Amador no contexto nacional”. 05/06/2008
6/6/08
O Dia do Gil
A Fundação do Gil desenvolve, desde Janeiro de 2008, uma actividade que se chama O Dia do Gil, em diversas instituições onde promove animações para crianças. A Biblioteca Municipal António Botto foi contactada pela Fundação do Gil para se associar como parceira desta iniciativa, sendo responsável pela vertente “A Hora do Conto” e realizando esta actividade uma vez por mês, no Hospital de Abrantes.

Pretende-se, com esta iniciativa, sensibilizar as crianças para a importância do livro como instrumento de cultura e de fruição, bem como uma ferramenta de evasão indispensável e ilimitada, em situações de fragilidade como a doença. O Hospital de Abrantes é o 25º núcleo a receber o Dia do Gil, iniciando as actividades já no dia 6 de Junho. 26/07/2008
7/7/08
“Japão: conhecer o país do sol nascente”
A cultura japonesa vai estar na Biblioteca Municipal António Botto com a exposição “Japão: conhecer o país do sol nascente”, de 8 de Julho a 1 de Agosto. A organização é da secção de cinema Espalhafitas, em parceria com a Embaixada do Japão e a Biblioteca Municipal.

Esta exposição faz parte de um programa alargado, onde a animação e os clássicos japoneses têm um papel relevante. Outras actividades decorrerão em paralelo, como oficina de caligrafia japonesa; oficina de Go (jogo de tabuleiro japonês); oficina de culinária japonesa e jantar japonês; oficina de Origami; ritual de chá, pela Confraria Atlântica do Chá (Wenceslau de Moraes); Haruki Murakami, expoente máximo da literatura japonesa contemporânea, por Nelson de Carvalho; espectáculo de Buto; exposição bibliográfica e feira do livro sobre o Japão; Arte Marcial; Massagem Shiatzu e demonstração de Ikebana (arte floral japonesa). 27/06/2008
7/7/08
"Guerra dos sapatos" – blogue sobre os 200 anos das Invasões Francesas em Abrantes
Dia 1 de Julho de 2008, dia das Bibliotecas, lançamos o blogue “guerra-dos-sapatos”. Esta iniciativa insere-se no conjunto de actividades organizadas para assinalar os 200 anos das Invasões Francesas em Abrantes. Porque queremos conhecer mais a nossa História e dar a conhecer o importante papel que Abrantes teve na Guerra Peninsular.

A 23 de Novembro de 1807 Junot chegou a Abrantes à frente de um exército faminto e esfarrapado, “após triunfar sobre os homens e a natureza” que se tinha esmerado em dificuldades para oferecer aos franceses. Para a reposição dos meios que os permitissem continuar a jornada até Lisboa, Junot ordenou ao juiz de fora de Abrantes, José Macedo Ferreira Pinto, que lhe fossem entregues 12 mil pares de sapatos, com a cominação de impor uma contribuição à terra de 300 mil cruzados novos, este digno magistrado logo na noite seguinte evitou com a fuga os resultados que podiam seguir-se. É este facto único na história das Invasões Francesas que serviu de inspiração para o nome do nosso blogue. O número de sapatos é tema de discórdia, no entanto, este acontecimento prova que Abrantes desde início assumiu uma posição estratégica e crucial para a concretização da invasão napoleónica. Para assinalar os 200 anos sobre o início das invasões napoleónicas, avançamos com o lançamento do blogue “http://guerra-dos-sapatos.blogspot.com”, esperando desta forma aprofundar o conhecimento do tema, de forma a melhor compreender os impactos das invasões francesas no concelho e na região. Sendo este um dos temas mais relevantes da nossa história local, convidamos todos os que quiserem a participar com os seus textos, documentos, comentários e histórias da literatura oral ligadas à presença dos exércitos franceses, contribuindo para a sua compreensão, reforçando os nossos traços identitários na relação com a história e perspectiva o seu aproveitamento como produto cultural e turístico. Participe!
7/7/08
Caça ao tesouro “Vamos descobrir a biblioteca...”
Crianças dos 6 aos 14 anos integradas em programas de actividades de tempos livres, deslocaram-se à Biblioteca Municipal António Botto dispostos a descobrir um tesouro com a ajuda de um amigo muito espacial, um robot.

A caça ao tesouro é um jogo de formação de utilizadores de bibliotecas, em que, de forma lúdica, os participantes aplicam estratégias de pesquisa de informação para encontrarem, no interior da biblioteca, aquilo que precisam para preencher os questionários que lhes são entregues. Com o decorrer do jogo vão-se familiarizando com as diferentes formas de organização da informação, conciliadas com algumas das novas tecnologias da informação e comunicação. Alcançado o objectivo, a biblioteca reconhece todos os participantes com um certificado de participação destacando a equipa vencedora com uma oferta especial. A próxima sessão é dia 12 de Agosto e o robot, cuja participação é ser programado segundo indicações expressas no jogo, já confirmou a sua presença. 05/08/2008
8/7/08
Palestra em prosa poética.
O palco do Cine-teatro de S. Pedro, no dia 25 de Setembro de 2008, vai servir para uma palestra em prosa poética, pelo Coronel de Infantaria José Custódio Madaleno Geraldo, com reconstituição histórica. É dirigida a alunos dos 9º, 10º, 11º e 12º anos de escolaridade.

9/9/08
"Formas & Conteúdos"
Esculturas em xisto e ardósia de Elisabete Lyon de Castro estarão em exposição, nos claustros da Biblioteca Municipal António Botto, de 3 a 28 de Outubro de 2008.

Maria Elisabete Buisson Lyon de Castro, actualmente a residir em Vila de Rei, nasceu em Lisboa a 16 de Setembro de 1942. Filha de pai francês e mãe portuguesa, recebeu na sua infância toda a influência da cultura francófona. Na sua formação académica superior frequentou a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (escultura, em que foi aluna entre outros, de Helder Batista e Lagoa Henriques), o Instituto Superior de Psicologia Aplicada e o Instituto Superior de Línguas e Administração onde se licenciou em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia no Trabalho. Após uma carreira profissional muito diversificada decidiu retomar a vertente artística do seu percurso de vida, realizando obras escultóricas em xisto e ardósia, material típico da região onde presentemente reside, e peças de cerâmica em barro branco e vermelho. A observação atenta da Natureza, de manifestações artísticas de várias culturas e do comportamento social de vários povos proporcionadas pelo conhecimento obtido em muitas viagens realizadas nos dois hemisférios, estão na origem da inspiração de muitos dos seus trabalhos. Em 2007 e 2008 expôs os seus trabalhos em Vila de Rei, Sertã, Proença a Nova e Ferreira do Zêzere. 29/09/2008
9/29/08
António Leal Moreira
António Leal Moreira foi o primeiro Director do Teatro Nacional São Carlos. Natural de Abrantes, foi um dos mais importantes compositores portugueses de sempre. Por essa razão, a Biblioteca Municipal celebrou os 250 anos do seu nascimento.

A Biblioteca Municipal António Botto, assinalou, no dia 1 Outubro, dia Mundial da Música, o 250º aniversário do nascimento do compositor abrantino António Leal Moreira, primeiro Director do Teatro São Carlos. António Leal Moreira nasceu a 30 de Junho de 1758 na então Vila de Abrantes. Aos 8 anos ingressa no Seminário da Patriarcal e aos 17 assume funções de ajudante substituto do Mestre de Capela do Patriarcado, na altura o célebre compositor João de Sousa Carvalho. Foi condiscípulo de João José Baldi e de Marcos Portugal, casando com uma irmã do último, D. Mariana Joaquina Correia da Fonseca Portugal,a 17 de Outubro de 1792. Terminados os estudos assume o cargo de organista na Igreja da Patriarcal. A 8 de Agosto de 1777 assina o livro de entradas da Irmandade de Santa Cecília e nesse mesmo ano dá-se a sua estreia solene como compositor. Foi dele a Missa que se cantou na cerimónia de aclamação de D. Maria I, a 19 de Maio de 1777. Em 1790 no auge da sua carreira, Leal Moreira assume funções de Director do Teatro da Rua dos Condes, onde à época funcionava uma brilhante companhia de ópera italiana. Neste Teatro, Leal Moreira vai dirigir variadíssimas obras de compositores então em voga como "Paesiello" e "Cimarosa" entre outros. Entretanto, a 30 de Junho de 1793, é inaugurado o Real Teatro de S. Carlos, e Leal Moreira é nomeado seu Director, cargo que ocupará até 1800. António Leal Moreira fica assim na história da música portuguesa como o primeiro Director do Teatro de S. Carlos. Na sua inauguração foi apresentado o drama giocoso em 2 actos "L'amante ridicolo" de Cimarosa e o bailado "A felicidade lusitana", este com música de Leal Moreira. No ano seguinte (1794) Leal Moreira apresenta no Real Teatro de S. Carlos o seu drama giocoso em 1 acto "A vingança da cigana" com libreto de Domingos Caldas Barbosa. António Leal Moreira morreu em Lisboa a 21 de Novembro de 1819.
10/1/08
Livros novos em S. Lourenço
O Parque Urbano de S. Lourenço recebeu, no dia 30 de Setembro de 2008, um novo conjunto bibliográfico que estará ao dispor de todos aqueles que o frequentam, até ao dia 31 de Dezembro de 2008.

"Biblioteca no Parque Urbano", inicia um novo trimestre de descoberta bibliográfica, assinalando o dia Mundial da Música e o 250º aniversário do compositor abrantino António Leal Moreira. Viaje pela "História da música portuguesa" de João de Freitas Branco ou reviva a "Beatlemania : poemas dos Beatles" com a tradução de Rita Ferreira da Silva. O Outono anuncia a chegada do inverno, caracterizado pelas noites longas e frias, a Biblioteca Municipal António Botto convida-o a o conhecer "O cheiro da noite" de Andrea Camilleri ou a saborear um café quente acompanhado pelas palavras poéticas de Camilo Castelo Branco "Ao anoitecer da vida". E porque o verão é caracterizado por alguns excessos alimentares, sugerimos "refeições saudáveis e deliciosas para todos os dias do ano" de Janet Hunt ou "Culinária para diabéticos" de Sally Mansfield e para aqueles que a rotina diária não permite a confecção de refeições muito elaboradas, apresentamos "Jantares em 30 minutos" de Irebne Vizi. A "Biblioteca no Parque Urbano" é um excelente local para partilhar histórias, brincadeiras e sonhos com as suas crianças, partilhando a leitura de "Os mais belos contos de Perrault" ou as "Histórias que o Outono me contou" de Soledade Martinho. Para os mais curiosos propomos uma viagem pelos "Aviões" de Bill Gunston ou pelos "Automóveis" de Daniel Ward. "Eu marro, tu marras, ele marra: dificuldades de aprendizagem" de Eurico Marques da Silva e "Puzzles de matemática" de Brian Bolt, fornecem ajuda a todos aqueles que se preocupam com o seu sucesso escolar. Palavras, frases, histórias, perigo e mistério são os ingredientes que esperam por si na "Biblioteca no Parque Urbano" um projecto da Biblioteca Municipal António Botto. Contamos consigo para dar vida e voz a esta iniciativa. http://www.bmab.cm-abrantes.pt http://www.parquesaolourenco.com
10/1/08
Exposição Engenho & Arte
A Biblioteca Municipal recebe até 14 de Novembro os trabalhos do concurso Engenho & Arte, numa iniciativa do Grupo Lena.

O Concurso Engenho & Arte é uma iniciativa anualmente promovida pelo Grupo Lena, que tem por objectivo premiar obras originais de arte plástica, baseadas em obras de engenharia identificadas pelos municípios aderentes (Abrantes, Batalha, Coimbra, Évora, Gaia, Leiria, Ourém, Portalegre, Tomar e Torres Novas), contribuindo, desta forma, para o fomento da criação artística e cultural nestes concelhos. Após seleccionadas as obras, estas são apresentadas ao público dos municípios aderentes, enquanto o júri delibera sobre o vencedor final, que terá direito a um prémio de 15.000 euros. Assim, o público abrantino poderá ver entre 6 e 14 de Novembro, algumas das obras a concurso (26), numa exposição que está patente na Biblioteca Municipal. Entre as obras expostas, encontra-se a vencedora local (outro dos prémios atribuídos pelo júri), que foi Célia Agostinho, com um trabalho intitulado "Aquapolis", a qual vai receber um prémio monetário de 2.500 euros. De referir ainda os nomes dos artistas expostos nesta mostra (outros não foi possível expor por dificuldades de espaço), que poderá ser visitada no horário normal de funcionamento da Biblioteca entre as 9h00 e as 19h30: Ana Alves, Alexandra Marcos, Guerra Conde, Acácio Silva, Daniel Figueiredo, Magda Gomes, Agostinho Santos, António Azenha, A.M. Henriques Mingocho, 14-44, Licínio Florêncio, Teresa Paixão, Ana Pais Oliveira, Maria Dulce Bernardes, Mário Cordeiro, Tatiana Santos, Jerónimo Heitor Coelho, José Ribeiro, Ludmila, Célia Agostinho, Celina Silva e Vera Barradas.
11/4/08
Encontro com o autor Nuno Rogeiro
Homem multifacetado, Nuno Rogeiro revela com este livro um lado desconhecido e muito pessoal: o de pai e contador de histórias. Venha conhecê-lo melhor no dia 27 de Novembro, às 21h30.

No próximo dia 27 de Novembro, a Biblioteca Municipal recebe o escritor Nuno Rogeiro para um Encontro com o Autor, que acontecerá às 21h30, numa iniciativa destinada a pais, educadores e ao público em geral. Em cima da mesa, estará o seu livro "As Aventuras de Miguel, histórias para comer" (Editora Gradiva), que Nuno Rogeiro editou com histórias da sua autoria, que contava aos filhos enquanto estes comiam. Histórias para crianças, contadas a adultos? Postais para adultos, lidos a crianças? Romance de terror, ou para meter medo ao medo? Relatos fantásticos, ou retratos do quotidiano banal? Sonhos ou pesadelos? Alucinações ou pressentimentos? Memórias de infância, ou ecos de outro universo?O herói, um fedelho chamado Miguel, com a mãe doente e o pai ausente, não tem super-poderes (aliás, possui super-fraquezas), gosta de trocadilhos e pirraças, mas não é para brincadeiras: pode vencer os grandes deste mundo e dos outros. Trata-se da primeira visita de Nuno Rogeiro ao continente da ficção. Na sua pré-história, este livro era uma série de contos, destinada a convencer os filhos do criador a comerem. Depois galgou as margens e tornou-se incontrolável. Ganhou vida. Com um pequeno ensaio «pedagógico» (ou subversivo?), ilustrações do autor, homenagem aos clássicos do género (qual?), e alguns desafios aos leitores, aqui ficam, em prato raso, histórias para comer. Quer dizer, "As Aventuras de Miguel". Investigador, conferencista, docente, analista e autor nas áreas de ciência política, relações internacionais, defesa e segurança, Nuno Rogeiro trabalhou nos últimos 25 anos na comunicação social, escrita e electrónica, radiofónica e televisiva. Foi membro fundador da Associação Portuguesa de Ciência Política, é co-director do Instituto Euro-Atlântico. Mantém, na SIC Notícias, o programa semanal Sociedade das Nações, e, na revista Sábado, a coluna «Relatório Minoritário».
11/8/08
Fontes... Que segredos guardais?
Visite, entre 19 de Novembro e 2 de Dezembro, uma exposição muito peculiar que nos retrata o património existente nos Concelhos de Abrantes e Mação em matéria de fontes. Os trabalhos são da autoria do grupo de expressão plástica do Centro de Recuperação Infantil de Abrantes. A não perder no horário normal de funcionamento da Biblioteca.

A exposição "Fontes... que segredos guardais?" é da autoria do grupo de expressão plástica do Centro de Actividades Ocupacionais, uma das áreas do Centro de Recuperação Infantil de Abrantes. Os artistas são jovens com deficiência que, pela arte, mostram a sua visão do mundo e as suas capacidades artísticas. Cada fonte encerra em si memórias de muitos tempos, de épocas em que eram o único local onde as gentes da terra saciavam a sede, espaços de encontro e de convívio. Hoje são património que olhamos e que apela à nossa imaginação, às memórias e às tradições de muitas das nossas aldeias. As Fontes foram o tema proposto aos utentes do Grupo de Artes Plásticas do Centro de Actividades Ocupacionais do CRIA. Durante quase um ano, na sala de expressão plástica ou no exterior, junto de uma fonte, o grupo deu largas à criação e à sensibilidade. Olharam a fonte, observaram o seu espaço envolvente, sentiram a frescura das águas que correm e fizeram fotografias e esboços de lápis em papel. Na sala deram vida às telas e todas asemoções ganharam forma entre os dedos e o pincel. Esta é uma exposição marcada por um número significativo de trabalhos colectivos. Cada um fez o que mais gosta: o esboço da fonte desenhado à vista, a ampliação de uma imagem,a pintura nas suas diferentes formas. Cada uma destas obras é única, mas em comum, têm as cores vivas e o amor que os artistas nelas depositaram a cada traço de pincel. As obras que integram esta colectiva de artes plásticas são da autoria de Cristina Ambrósio,Marta Pinto, Nuno Dias, Nuno Heitor, Victor Hugo, Zé Tó. Trata-se de uma exposição muito especial, porque são telas que retratam parte do património dos concelhos de Abrantes e Mação, verdadeiros "tesouros de pedra e cal". O tema "Fontes" nasceu dentro do grupo de artistas que deram cor e vida a um conjunto de telas, que retrataram a forma como vêem a Fonte da sua terra, da aldeia dos pais ou dos avós ou, simplesmente, a Fonte da sua imaginação. As obras apresentam as cores e a harmonia características da visão e do sentir dos autores, jovens e adultos com deficiência. A arte como terapia é uma ferramenta de aprendizagem e de inclusão social.
11/17/08
“As Aventuras de Miguel, histórias para comer”
Encontro com o autor Nuno Rogeiro. ADIADO PARA 12 DE DEZEMBRO. Veja mais aqui.

O encontro com o autor Nuno Rogeiro, que se ia realizar na Biblioteca Municipal António Botto hoje, dia 27 de Novembro, foi adiado. Na base deste adiamento estão os recentes acontecimentos na Índia pelo que Nuno Rogeiro, comentador residente da Sic, não poderá deslocar-se a Abrantes para apresentar o seu livro “As Aventuras de Miguel, histórias para comer”. Assim sendo, está já agendada nova data para o encontro com Nuno Rogeiro, o qual se realizará no próximo dia 12 de Dezembro, às 21h30, na Biblioteca Municipal. Pedimos desculpa pelos inconvenientes que este adiamento possa provocar aos nossos utilizadores, apelando à vossa compreensão.
11/27/08
“As Aventuras de Miguel, histórias para comer”
Encontro com o autor Nuno Rogeiro. Homem multifacetado, Nuno Rogeiro revela com este livro um lado desconhecido e muito pessoal: o de pai e contador de histórias. Venha conhecê-lo melhor no dia 12 de Dezembro, às 21h30.

No próximo dia 12 de Dezembro, a Biblioteca Municipal recebe o escritor Nuno Rogeiro para um Encontro com o Autor, que acontecerá às 21h30, numa iniciativa destinada a pais, educadores e ao público em geral. Em cima da mesa, estará o seu livro “As Aventuras de Miguel, histórias para comer” (Editora Gradiva), que Nuno Rogeiro editou com histórias da sua autoria, que contava aos filhos enquanto estes comiam. Histórias para crianças, contadas a adultos? Postais para adultos, lidos a crianças? Romance de terror, ou para meter medo ao medo? Relatos fantásticos, ou retratos do quotidiano banal? Sonhos ou pesadelos? Alucinações ou pressentimentos? Memórias de infância, ou ecos de outro universo? O herói, um fedelho chamado Miguel, com a mãe doente e o pai ausente, não tem super-poderes (aliás, possui super-fraquezas), gosta de trocadilhos e pirraças, mas não é para brincadeiras: pode vencer os grandes deste mundo e dos outros. Trata-se da primeira visita de Nuno Rogeiro ao continente da ficção. Na sua pré-história, este livro era uma série de contos, destinada a convencer os filhos do criador a comerem. Depois galgou as margens e tornou-se incontrolável. Ganhou vida. Com um pequeno ensaio «pedagógico» (ou subversivo?), ilustrações do autor, homenagem aos clássicos do género (qual?), e alguns desafios aos leitores, aqui ficam, em prato raso, histórias para comer. Quer dizer, “As Aventuras de Miguel”. Investigador, conferencista, docente, analista e autor nas áreas de ciência política, relações internacionais, defesa e segurança, Nuno Rogeiro trabalhou nos últimos 25 anos na comunicação social, escrita e electrónica, radiofónica e televisiva. Foi membro fundador da Associação Portuguesa de Ciência Política, é co-director do Instituto Euro-Atlântico. Mantém, na SIC Notícias, o programa semanal Sociedade das Nações, e, na revista Sábado, a coluna «Relatório Minoritário».
11/28/08
“Cuidado com a língua!”
Numa altura em que a Língua Portuguesa é tão mal tratada e tanto se discute o novo Acordo Ortográfico, Maria Regina Rocha vem à Biblioteca Municipal a mais um “Encontro com o Autor” falar do seu livro “Cuidado com a língua!”, numa edição da Oficina do Livro. É já na próxima quinta-feira, dia 4 de Dezembro.

A Biblioteca Municipal António Botto recebe esta quinta-feira, dia 4 de Dezembro, pelas 21h30, a escritora Maria Regina Rocha. Numa actividade destinada a Professores, jornalistas e público em geral, vai estar em cima da mesa o livro “Cuidado com a língua!”, que a autora escreveu em parceria com José Mário Costa. A nossa língua é feita de palavras com história, palavras mutantes, palavras traiçoeiras e palavras maltratadas. Cuidado Com a Língua! ajuda-o a descobrir um mundo de palavras e expressões. A descoberta de um mundo de palavras que nos faz apaixonar pela língua portuguesa. Língua de oito povos, mais de duzentos milhões de pessoas em todo o mundo, o português é o território do programa Cuidado Com a Língua!, transmitido pela RTP. Maria Regina de Matos Rocha é licenciada em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com o mestrado em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, professora do ensino secundário ao longo de 34 anos, com experiência de docência no ensino superior na área da Língua Portuguesa. Desempenha desde 1993 funções de formadora em centros de formação, destinadas essencialmente a professores e profissionais da comunicação social. Autora de manuais escolares e de diversas comunicações e publicações, com colunas regulares na imprensa, é consultora do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa e responsável pelos conteúdos linguísticos do programa “Cuidado com a Língua!”. José Mário Costa nasceu em Angola, em 1948. É jornalista na rádio, na televisão e nos jornais. No Expresso, criou em 1977, pela primeira vez na imprensa portuguesa, a figura dos copidesques. Impulsionou e redigiu vários livros de estilo e normas de escrita jornalística, o principal dos quais no Público. Fundou o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (1997). Autor do magazine Cuidado com a Língua!, na RTP. Promotor dos programas de rádio Estórias em Português (TSF), O Jogo da Língua (Antena 1), Páginas de Português (Antena 2), e Língua de Todos (RDP África).
11/28/08
"Hitoyoshi"
Está em curso o processo de geminação de Abrantes com esta cidade japonesa. Assim, torna-se importante conhecer melhor esta localidade e os seus habitantes, que brevemente serão nossos irmãos. A partir de hoje e até 18 de Dezembro visite a exposição “Hitoyoshi” aqui na Biblioteca.

De 5 a 18 de Dezembro estará patente na Biblioteca Municipal António Botto, uma Exposição sobre a Cidade de Hitoyoshi (Japão) com fotografias e objectos tradicionais. Esta exposição poderá ser visitada no horário normal de funcionamento, de segunda a sexta, entre as 9h00 e as 19h30. Após a visita de uma comitiva da Câmara Municipal de Abrantes a esta cidade no mês de Outubro, verifica-se a importância de se mostrar como é Hitoyoshi, uma vez que futuramente se vai geminar com a cidade Abrantina. Neste âmbito, no dia 9, às 21 horas realizar-se-á um Encontro intitulado “Hitoyoshi por nós próprios”, durante a qual o Presidente da Câmara, Nelson de Carvalho, e os vereadores Maria do Céu Albuquerque, Manuel Jorge Valamatos e Pedro Marques irão partilhar as experiências dessa viagem a todos os abrantinos.
12/5/08
M&D Pinceladas
Não perca entre 22 de Dezembro e 14 de Janeiro a exposição M&D Pinceladas, de Catarina Rijo e Fernando Pombo. O espírito do Natal invade a Biblioteca Municipal com esta exposição de arte sacra de enorme beleza.

Há mais de 20 anos que o casal abrantino Catarina Rijo e Fernando Pombo faz da sua arte um modo de vida. Utilizando o pincel, eles dão vida às suas obras, todas elas peças únicas, de extrema complexidade e rara beleza. Por todo o país o seu trabalho é reconhecido e a marca M&D, que acompanha as peças, entrou já nos hábitos dos amantes de peças decorativas de arte sacra, que chegam a deslocar-se propositadamente a Abrantes, vindos dos mais variados locais, para as adquirir. Cada um dos trabalhos executados passa sempre pelas mãos dos dois, ganhando vida e cor próprias. No final, o resultado é surpreendente... Agora, Abrantes vai poder ver a arte de Catarina Rijo e Fernando Pombo. A exposição "M&D Pinceladas", de pintura em terracotas, resinas, polioretanos e arte sacra, vai estar à disposição do público na Biblioteca Municipal António Botto entre 22 de Dezembro e 14 de Janeiro, entre as 9h00 e as 19h30. Como nota final, fique a saber, nas palavras dos próprios, quem são Catarina Rijo e Fernando Pombo: “Vivemos em Abrançalha-de-Baixo. O gosto pela pintura, o desenho e artes aplicadas existiu desde sempre. De nós como autores pouco há a dizer, senão que nos une uma enorme paixão por tudo o que fazemos. Tentamos passar para as obras uma expressão do sentir mais profundo, sem que para tal tenha que haver uma razão. São as obras que têm o papel principal. Nós servimos de intermediários para a sua realização. O nosso troféu é a contemplação da obra acabada e a satisfação que sentimos por termos dado tudo o que havia para dar”.
12/17/08
200 anos Braille
A Biblioteca António Botto vai celebrar os 200 anos do nascimento de Louis Braille levando a efeito uma actividade para as crianças do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico. Saiba mais...

No dia 4 de Janeiro de 2009 celebra-se o 200º aniversário do nascimento de Louis Braille. Nascido em 1809, Louis ficou cego aos 3 anos de idade na sequência de um acidente. Os pais tudo fizeram ao longo da sua vida para que Louis pudesse ter uma vida o mais normal possível. Mas foi o próprio que, aos 15 anos, terminou o sistema de células com 6 pontos, de escrita e leitura para cegos, trazendo uma nova luz a todos os cegos do mundo. Louis Braille faleceu aos 43 anos, a 6 de Janeiro de 1852, vítima de tuberculose mas o seu sistema manteve-se até aos dias de hoje. A propósito desta comemoração, a Biblioteca Municipal vai promover nos dias 8 e 9 de Janeiro, a partir das 10h30, uma actividade destinada às crianças do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, na qual as crianças poderão tomar contacto com objectos da vida diária dos deficientes visuais e com a escrita braille. Os interessados deverão contactar o Serviço de Animação da Biblioteca (241 379 990) para efectuar inscrição. Para mais informações sobre a vida de Louis Braille, consulte http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Braille.
12/29/08
Encontro com autor
Chama-se Luís Silva e vem à Biblioteca Municipal no próximo dia 26 de Janeiro apresentar o seu “Livro da Avó”, o qual venceu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2008.

No próximo dia 26 de Janeiro de 2009, a Biblioteca Municipal António Botto recebe, às 15h00, a visita do autor Luís Silva, a propósito da sua mais recente publicação “O Livro da Avó” (Edições Afrontamento). Este livro venceu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2008, tratando-se de uma publicação que pretende fazer a ponte entre gerações. O Livro da Avó resgata memórias de ternura: das festas com coca-cola, das brincadeiras com os primos, dos passeios e da varanda com o mar como horizonte... Grande, velhinha e enrugada como a maioria das avós. E quando já somos grandes e nos lembramos percebemos a falta que nos fazem...! Luís Silva desenha desde sempre. Em 1996 foi para a Bélgica estudar Ilustração e Banda Desenhada no Institut Superieur des Beaux Arts St. Luc, em Liège. Regressa a Portugal em 2000 dedicando-se por inteiro à ilustração, sendo que a maior parte dos seus desenhos foram feitos para a imprensa, nomeadamente Diário de Notícias e revista Visão. Segundo o autor, os seus restantes trabalhos resultam de uma variedade que sempre buscou, conferindo ao seu portfolio um grande ecletismo. Recentemente publicou, então, os livros “O Senhor das Palavras” e o “Livro da Avó”, editados pela Afrontamento, prometendo a publicação de outros para breve, sendo que, para o autor, a realização de livros ilustrados é o caminho a seguir. Este Encontro com o Autor Luís Silva é aberto ao público em geral.
12/29/08
"Entre nós e as palavras..."
Manuel da Silva Ramos vem à Biblioteca Municipal para mais um Encontro com o autor, na sequência da reedição do seu primeiro livro “Os Três seios de Novélia”, com o qual venceu o Prémio de Novelística Almeida Garrett. É no próximo dia 22 de Janeiro, às 21h30. Mais informações aqui.

Manuel da Silva Ramos vai estar “Entre nós e as palavras...” no próximo dia 22 de Janeiro. Esta é a nova designação para os Encontros com o autor que habitualmente se realizam na Biblioteca Municipal. A iniciativa vai decorrer a partir das 21h30 e vai contar com a presença do escritor abrantino Zé-Alberto Marques e de jograis, que habitualmente acompanham Manuel da Silva Ramos na apresentação dos seus livros. Em cima da mesa vai estar o livro “Os Três seios de Novélia”, que foi o primeiro livro escrito pelo autor, o qual foi agora reeditado pela Dom Quixote. Manuel da Silva Ramos nasceu em 1947, na Covilhã, de onde saiu para estudar Direito em Lisboa, curso que acabaria por abandonar ao exilar-se em França para fugir ao fascismo. Aos 21 anos ganha o Prémio de Novelística Almeida Garrett de 1968, instituído pela Editorial Inova e Portugália Editora, com "Os Três Seios de Novélia". Publica três livros em parceria com Alface: "Os Lusíadas" (1977), "As Noites Brancas do Papa Negro" (1982) e "Beijinhos" (1996). Volta definitivamente a Portugal em 1997 depois de ter ganho uma Bolsa de Criação Literária atribuída pelo Ministério da Cultura. Em 1999 publica "Portugal, e o Futuro?", "O Tanatoperador", "Adeusamália" e "Coisas do Vinho", com ilustrações de Zé Dalmeida. Em 2000, depois de uma viagem de investigação a Moçambique, publica o seu romance mais ambicioso "Viagem com Branco no Bolso". Em 2001, depois de ter ganho uma outra Bolsa de Criação Literária, instala-se durante três meses em Praga, na República Checa, onde escreve "Jesus, The Last Adventure of Franz Kafka", publicado em 2002. Em 2003, realiza uma factoficção sobre a sua cidade natal e o mundo dos têxteis: "Café Montalto". "Ambulância" (2006), editado na Dom Quixote, é o seu mais recente romance. Tem numerosos inéditos e a sua ficção, como disse um dia Ernesto Sampaio, é uma brisa fresca na literatura portuguesa. “Os Três Seios de Novélia” é um pequeno romance de amor irreal onde a rumorejante solidão de um jovem escritor o força a procurar a mulher alquímica, sua secreta nostalgia. É também uma descoberta de Lisboa, com os seus cafés, praças, ruas, avenidas, onde a promessa de qualquer mulher compensará o reles quotidiano. Esta invenção de uma mulher clara que existia efectivamente nas ruas de Lisboa de 1968, e continua a existir, é também o triunfo da literatura. Um Longo Nascimento, o segundo texto do livro, é um pequeno diário de uma infância e adolescência felizes na província onde a alfaiataria dos pais, lagartos ao sol, primas, faces de meninas pré-menstruadas, cântaros defenestrados na última noite do ano, livros, escritores mortos, se amontoam para glorificar uma vida ainda fugitiva de criador. A Respiração é o atelier em brasa do artista. A sua imaginação mais desabrida, delirante. Estamos aqui no interior do vulcão da imaginação. E o final «Sermão de Santo António aos Astronautas» é a cereja em cima do bolo ardente. Manuel da Silva Ramos tinha 20 anos quando escreveu “Os Três Seios de Novélia”. 12/01/2009
1/12/09
"Entre nós e as palavras..."
BMAB | 23/01/2009
José Norton vem a Biblioteca Municipal António Botto no dia 19 de Fevereiro para mais um “Entre nós e as palavras...”, Encontros com autores. “O último Távora” é a obra que estará em destaque, tratando-se de um romance histórico de grande rigor e qualidade.

É já no dia 19 de Fevereiro de 2009 que a Biblioteca Municipal vai colocar o escritor José Norton “Entre nós e as palavras...”. O encontro terá início às 21h30 e destina-se ao público em geral. A obra que serve de mote para este encontro é o mais recente livro do autor “O último Távora”. Eis uma resenha do livro que esperamos lhe possa aguçar o interesse, fazendo-o deslocar-se à Biblioteca no dia 19 a fim de assistir a este encontro: “Quando os avós, os marqueses de Távora, subiram ao cadafalso de Belém, Pedro de Almeida Portugal era ainda um menino. Durante 18 longos anos ficou longe da família: o pai foi encarcerado no forte da Junqueira, a mãe e irmãs fechadas no lúgubre convento de Chelas. Na sombra, um homem poderoso velava pela educação daquele órfão do despotismo iluminado: Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, o carrasco que perseguira a sua família... Foi sob o signo de todas estas contradições que começou a vida do futuro 3º Marquês de Alorna. Prisioneiro também ele do nome Távora e da sua condição aristocrática, protagonizou há dois séculos os episódios políticos mais marcantes do seu tempo, nomeadamente a fuga da corte para o Brasil e as Invasões Francesas. Um enredo de intrigas, maldições e invejas, durante muito tempo escondido no emaranhado da História e agora revelado, levaram o marquês de Alorna e muitos outros companheiros a juntar-se aos franceses, combatendo na Europa, participando na 3ª Invasão e partilhando o terrível destino do exército de Napoleão na campanha da Rússia.” De referir apenas que José Norton é economista e manteve sempre, a par da sua vida profissional, um profundo interesse pela Arqueologia e a História de Portugal. Tem assinado diversos trabalhos nessas áreas, entre os quais as biografias do general Norton de Matos e de Pina Manique. É colaborador permanente do semanário Expresso onde escreve sobre História e Antiguidades no suplemento Actual. Colabora ainda com o Centro de Estudos Interdisciplinares do século XX da Universidade de Coimbra e é membro da Sociedade de Geografia de Lisboa. Tem 62 anos.
1/23/09
Apresentação de livro
No próximo dia 3 de Fevereiro, a Biblioteca Municipal será palco da apresentação do livro "1509 - A Batalha que Mudou o Domínio do Comércio Global", com a presença dos autores Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas. A acção decorrerá em dois momentos estando o primeiro marcado para as 18h30.

Visando proporcionar aos abrantinos situações de debate de questões e temáticas culturalmente relevantes, bem como a promoção do reforço da identidade dos abrantinos, em torno de temáticas e personalidades locais relevantes, a Biblioteca vai acolher, no próximo dia 3 de Fevereiro, a apresentação do livro "1509 - A Batalha que Mudou o Domínio do Comércio Global", numa edição do Centro Atlântico. Esta iniciativa contará com a presença dos autores Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas e terá início às 18h30, estando prevista também uma intervenção introdutória de Joaquim Candeias Silva. Esta intervenção está subordinada ao tema "De Abrantes a Diu: D. Francisco de Almeida e a génese da globalização", sendo alusiva a um tema da História universal que está nas origens da globalização e à figura de um abrantino, protagonista da História de Portugal e do mundo. O segundo momento desta apresentação acontecerá à noite, num jantar literário organizado em parceria com o Rotary Clube de Abrantes, com apresentação do livro pelos autores e debate com empresários. BMAB | 23/01/09
1/23/09
Efeméride
BMAB | 11/02/2009
António Botto faleceu há 50 anos. Abrantes vai assinalar a data através da realização de algumas actividades cujo objectivo será homenagear este seu filho. Participe e venha conhecer a obra deste poeta abrantino que privou com Fernando Pessoa e é um dos maiores poetas portugueses de sempre.

António Tomás Botto nasceu em Concavada, Abrantes, a 17 de Agosto de 1897 e faleceu a 16 de Março de 1959, no Rio de Janeiro, vítima de atropelamento. Fazendo este ano 50 anos da sua morte, a Biblioteca Municipal vai levar a efeito várias actividades por forma a assinalar a data do falecimento do poeta que lhe deu o nome. Desde logo, estará patente ao público entre 9 e 27 de Março, no horário normal de funcionamento da Biblioteca, uma exposição evocativa dos 50 anos da morte de António Botto, fazendo uma retrospectiva da sua vida e obra. No dia 16, pelas 21h30, terá lugar uma conferência intitulada “António Botto na contemporaneidade”. Esta conferência contará com a presença de Margarida Mateus, investigadora e autora de uma tese de doutoramento sobre a obra de António Botto. Durante a sessão terá lugar uma performance cultural levada a efeito pelo Grupo de Teatro Palha de Abrantes. A 18 de Março, entre as 14h00 e as 17h00, acontecerá uma acção de formação intitulada “Como ler Botto?”, destinada a mediadores de leitura, professores do 1º, 2º , 3º ciclos do ensino básico e secundário. O objectivo desta acção insere-se no projecto de formação de mediadores de leitura. Nos dias 5, 6, 12 e 13 de Março irão acontecer os ateliês “Vamos descobrir a obra de António Botto", destinados a crianças do ensino Pré-escolar, 1º e 2º Ciclos, os quais terão como objectivo dar a conhecer a obra literária de António Botto, o maior escritor abrantino de sempre e patrono da nossa biblioteca pública. Quaisquer informações adicionais, é favor contactar o Serviço de Animação da Biblioteca Municipal através do telefone 241 379 991 ou do email animacao@bmab.cm-abrantes.pt. Para informações sobre o poeta visite as páginas http://antoniobotto.blogspot.com/ ou http://pt.wikipedia.org/wiki/António_Botto.
2/11/09
“Ler os nossos...”
BMAB | 11/02/2009
Rui Moreira Lopes é um jovem escritor abrantino que vem à Biblioteca Municipal António Botto apresentar a sua primeira obra literária. O livro chama-se "Lucas Junot: o Estudante Brasileiro que cantou Coimbra - Fotobiografia" e será apresentado no próximo dia 5 de Março, no âmbito da actividade “Ler os nossos...”.

No próximo dia 5 de Março, pelas 21h30, Rui Moreira Lopes virá à Biblioteca Municipal António Botto apresentar o seu primeiro livro "Lucas Junot: o Estudante Brasileiro que cantou Coimbra – Fotobiografia". Moreira Lopes em S. Miguel do Rio Torto, Abrantes, em 1976. Em 1997 ingressou no Curso de História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra tendo terminado o Curso em 2001. Fez estágio Profissional no Arquivo Histórico do Concelho de Abrantes entre Outubro de 2001 e Agosto de 2002, orientado por Eduardo Campos. Regressou a Coimbra para frequentar a Pós-graduação em Ciências Documentais (variante Arquivo), que terminou em Setembro de 2004. Desde Abril de 2005 que trabalha na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Tem sido, desde há muito tempo para cá, um amante de música e de instrumentos de Cordas, com destaque para a Guitarra de Coimbra, tocando também Viola e um pouco de Cavaquinho, este último como auto-didacta, sendo Cultor da Canção de Coimbra. Foi responsável pela criação do site de História de S. Miguel do Rio Torto (www.saomigueldoriotorto.blogspot.com), fazendo regularmente a sua manutenção. A propósito da obra que agora vem apresentar a Biblioteca, de referir que foi editada pela Câmara Municipal de Coimbra e prefaciada pelo Dr. Augusto Camacho Vieira, célebre cantor do Fado de Coimbra e ex-médico da Selecção Nacional e do "Belenenses". O livro conta a vida e obra de um dos míticos nomes do Fado de Coimbra no ano de 1920: Lucas Junot (1902 - 1968), um brasileiro (santista), filho de emigrantes portugueses no Brasil que vem terminar a escola primária em Coimbra, onde prossegue os estudos no Liceu e na Universidade. Na geração da primeira década de oiro do Fado de Coimbra é contemporâneo de nomes célebres do Fado de Coimbra: António Menano, Edmundo Bettencourt, Afonso de Sousa, Artur Paredes. Além disso, foi membro da Tuna Académica da Universidade de Coimbra no ano de 1920, com participação em famosas digressões a Espanha e ao Brasil, através deste organismo académico, tendo também legado para a posterioridade discos de 78 rotações. Terminado o curso, trabalhou em Angola, regressou, depois, ao Brasil, onde revive Coimbra nas reuniões de antigos estudantes desta cidade. Coimbra está longe, mas Lucas Junot anuncia no Brasil que antes de morrer há-de rever esta cidade. Regressou a Coimbra, em 1967, após quase 40 anos de ausência e faleceu no ano seguinte, em Santos. No entanto, o destaque principal é o facto de ser o único brasileiro que, na qualidade de estudante da Universidade de Coimbra, cantou e tocou o Fado de Coimbra. Para finalizar, a apresentação do livro ficará a cargo de Manuel Marques Inácio, professor da Universidade de Coimbra, e a apresentação do seu autor estará a cargo de Lurdes Botas, Presidente da Junta de Freguesia de S. Miguel do Rio Torto.
2/11/09
Entre nós e as palavras...
BMAB | 03/03/2009
A poetisa Ana Luísa Amaral vai estar “entre nós e as palavras...”. Será no próximo dia 27 de Março, pelas 21h30, numa sessão para o público em geral a acontecer na Biblioteca Municipal António Botto. E isto a propósito do Dia Mundial da Poesia, que se celebra a 21 de Março...

“Entre nós e as palavras” vai estar a escritora Ana Luísa Amaral. Este encontro com a escritora/poetisa vai acontecer no dia 27 de Março, a partir das 21h30, na Biblioteca António Botto. Apesar do objectivo ser dar a conhecer a escritora e a sua obra, o ponto de partida para a actividade será o seu mais recente livro “Entre Dois Rios e Outras Noites”, vencedor do Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Ana Luísa Amaral é docente de Literatura Inglesa no Departamento de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras do Porto. É doutorada em Literatura Norte-Americana, com uma tese sobre Emily Dickinson. Tem publicações académicas (em Portugal e no estrangeiro) nas áreas de Literatura Inglesa, Literatura Norte-Americana, Literatura Portuguesa e Literatura Comparada. Excerto da obra: «Entre as duas paisagens, entre os dois rios / mais físicos que tudo, partiram, as gaivotas, eu / perdi-me. Sem pertencer jamais a uma paisagem / própria. Mas o olhar que fala, fala de um ponto outro. / E sabe perspectivas de tempos / menos planos, tem sempre cores diversas, / muitos fios, basta Odisseu para as / desconjuntar»
3/3/09
Encontro com autores infanto-juvenis
BMAB | 03/03/2009
Para incentivar as crianças a lerem poesia, Inês Pupo e Gonçalo Pratas escreveram e compuseram "Canta o galo gordo", um livro/CD com 16 poemas musicados, que foi editado pela Caminho. No âmbito das celebrações do Dia Mundial da Poesia, os autores vêm à Biblioteca António Botto falar desta obra aos mais novos. Será mais uma sessão da actividade “Encontro com autores infanto-juvenis”, no dia 27 de Março, às 11h00.

"Canta o galo gordo - poemas e canções para todo o ano" é um livro para crianças, com ilustrações de Cristina Sampaio, que conta histórias sobre a família, as estações do ano, festividades e tradições. O livro é acompanhado de um CD, no qual Gonçalo Pratas interpreta cada um dos 16 poemas/histórias, acompanhado por convidados como Cristina Branco, Celina Piedade (acordeão), Filipe Raposo (piano), Francisco Santos e João Pupo (guitarra eléctrica), Luís Peixoto (bandolim, flauta) e Vasco Casais (nykelharpa). Segundo Gonçalo Pratas, "a nossa ideia era ajudar as crianças a descobrir vários aspectos da poesia, a métrica, a sonoridade das palavras, mas de uma forma mais lúdica e os poemas ganharam vida própria com a música". Gonçalo Pratas e Inês Pupo trabalham para a infância há cerca de dez anos, tendo editado, por exemplo, o projecto "Buscapólos", com música para poemas do José Jorge Letria. Professor num jardim infantil em Lisboa, Gonçalo Pratas foi compondo as músicas para os textos de Inês Pupo e ao mesmo tempo experimentando-os junto das crianças. "Estas músicas foram vivenciadas pelas crianças, à medida que íamos compondo fomos percebendo a reacção delas", sublinha. Inês Pupo, psicóloga e psicoterapeuta, afirma que os poemas têm referências pessoais, da sua infância e da relação com os avós, por exemplo, mas reflectem também o convívio diário com crianças. "Os textos foram escritos para falar de coisas que fazem parte da vida das crianças e achámos que dentro de uma canção chegariam mais facilmente a elas", refere a autora. Destinado a um público do ensino pré-escolar e do 1º e 2º ciclos, o livro inclui poemas sobre as férias, os avós, os meses e as cores, mas também sobre o Natal, o São Martinho e o Pão por Deus. "Canta o galo gordo" será apresentado aos abrantinos no dia 27 de Março, numa sessão que decorrerá na Biblioteca Muncipal António Botto pelas 11h00. A sessão é aberta ao público. Contudo, no caso de existirem grupos grandes provenientes das escolas, as mesmas deverão contactar previamente o Sector de Animação da biblioteca (241 379 991 ou animacao@bmab.cm-abrantes.pt).
3/3/09
Dia Mundial da Poesia
BMAB | 16/03/2009
Com o objectivo primeiro de defesa da diversidade linguística, a UNESCO decidiu, em 1999, proclamar o dia 21 de Março como Dia Mundial da Poesia. Na Biblioteca Municipal António Botto vamos assinalar a data com algumas actividades nos dias 19 e 20 de Março.

Este ano, o Dia Mundial da Poesia é um sábado. Por esta razão, as actividades comemorativas da data vão acontecer nos dias 19 e 20 de Março. Assim, a biblioteca municipal vai promover no dia 19 (quinta-feira), entre as 14h30 e as 17h00, um atelier de teatro e poesia intitulado “A poesia à boca de cena”. Esta actividade destina-se a jovens alunos a partir dos 14 anos e tem um número limite máximo de 20 inscrições: “De onde vêm as palavras? De que são feitos os poemas? De quantos sabores uma história é feita? Quantas imagens existem num verbo? Quantas cores, cheiros, sensações vivem numa palavra? Também a Poesia pode ser ponto de partida para o Teatro. As palavras são organismos vivos e através de jogos, de exercícios, da improvisação e das potencialidades expressivas do corpo, começamos por "brincar" com as palavras, por descobrir as suas sensações, cores, tramas e histórias. Experimentamos movimentos, vozes, máscaras, personagens. Descobrimos em grupo, em duetos, individualmente as dinâmicas e o corpo poético das palavras”. No dia 20 de Março (sexta-feira), às 15h00, acontecerá o espectáculo “Ela uma vez - uma viagem poética às idades da mulher”, destinado ao público em geral. Este é um espectáculo com textos poéticos de sete escritoras portuguesas e brasileiras: Adélia Prado, Adília Lopes, Ana Hatherly, Ana Luísa Amaral, Elisa Lucinda, Natália Correia e Marina Colasanti; sendo o ponto de partida para uma viagem ao universo feminino. Duas actividades da responsabilidade da Próxima Estação - Associação Cultural, com concepção artística e interpretação de Cláudia Andrade, a não perder no mês em que se comemoram também os 50 anos da morte do grande poeta abrantino, António Botto.
3/16/09
Dia do Livro Infantil
BMAB | 02/04/2009
"Literatura infantil, espelho da alma, espelho do mundo". Hoje dia 2 de Abril, assinalamos o Dia Internacional do Livro Infantil. O Parque Urbano de S. Lourenço recebe um novo conjunto bibliográfico infantil, que estará ao dispor de todos aqueles que o frequentam até 30 de Junho.

Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado o Dia Internacional do Livro Infantil, que é comemorado na sua data de nascimento, em virtude das inúmeras histórias criadas por ele. A data é conhecida e comemorada mundialmente, em mais de sessenta países, como forma de incentivar e despertar nas crianças o gosto pela leitura. Dentre as mais conhecidas mundialmente estão “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”. Convidamos-te a conhecer estas e outras histórias no espaço infantil da “Biblioteca no Parque Urbano” em S. Lourenço. O que é a Primavera? "A Primavera é tempo a crescer" é o que descobrirás com Maria Isabel César Anjo, mas se as brincadeiras de Primavera são o que mais gostas de fazer, vem descobrir o "Livro fantástico de actividades ao ar livre" de Angela Wilkes. Descobre com Maria José Martini “Como é bonito o céu azul”, viaja pelo mundo da flora e fauna e fica a conhecer os "Animais e plantas de todo o mundo" de Michel Cuisin. Resolver enigmas e desvendar mistérios permite-nos viver aventuras fantásticas e entrar no mundo maravilhoso. Descobre o detective que existe em ti e embarca com “Os Cinco e o mistério do rubi de Akbar” ou “Os Cinco e o mistério dos quadros roubados”, de Enid Blyton. “A minha vida é complicada”, de Louise Rennison ou “A vida é mesmo difícil”, de Rosie Rushton é a nossa sugestão para as tardes ou noites de insónia para que o segredo da vida seja mais facilmente desvendado por ti. Não percas a oportunidade de descobrir a leitura, porque ler é estimulante. Tal como as pessoas, os livros podem ser intrigantes, melancólicos, assustadores e, por vezes, complicados. Os livros partilham sentimentos e pensamentos, feitios e interesses. Os livros colocam-nos outros tempos, outros lugares, outras culturas. Os livros colocam-nos em situações e dilemas que nós nunca poderíamos imaginar que encontrássemos. Os livros fazem-nos repensar, ajudam-nos a sonhar. Aceitas o desafio? O projecto “Biblioteca no Parque Urbano” tem como objectivo principal fazer a ponte de comunicação entre a biblioteca municipal e os seus leitores, porque a fragilidade das palavras quebra o gelo que distancia as pessoas. Desta forma, encontrará no Parque Urbano em S. Lourenço, regularmente toda a informação sobre as actividades, acções de formação e mediação de leitura, encontros com autores, entre tantas outras iniciativas promovidas pela biblioteca, nas quais contamos sempre com a sua presença e participação! Boas leituras! http://www.bmab.cm-abrantes.pt; http://www.parquesaolourenco.com e http://guerra-dos-sapatos.blogspot.com/
4/2/09
åbroïderij! HA! - International Graphic Arts Exhibition
BMAB | 02/04/2009
De 2 a 27 de Abril, a Biblioteca Municipal António Botto tem patente uma exposição muito “sui generis” de banda desenhada. Realizada no âmbito da 10ª Feira Laica, promovida pela Bedeteca de Lisboa, esta é uma exposição com 46 quadros. A não perder!

“åbroïderij! HA!” é uma exposição que se movimenta de forma irreflectida nos meandros das ciências que têm como objectos de estudo o impronunciável e o indecifrável. Ao fazê-lo, brinca com vacas sagradas e outros tabus mais ou menos respeitáveis. Nela participaram mais de quatro dezenas de operários nacionais e internacionais, num arrojado projecto comissariado em registo de cadáver esquisito. Os artistas expostos operam no movimento independente da ilustração, bd, edição e impressão. Entre eles encontra-se o jovem abrantino Sérgio Vieira, artista plástico e professor na escola de pintura da Palha de Abrantes. Os restantes artistas com trabalhos nesta exposição são: André Lemos, João Rubim, José Feitor, Jucifer, Ilan Manouach (gr), Guillaume Soulatges (fr), Fabio Zimbres (br), Bruno Borges, Joanna Latka, Nuno Neves, Richard Câmara, Miguel Carneiro, Cátia Serrão, Luís Henriques, Rosa Baptista, Daniel Lima, Zé Cardoso, Rui Vitorino Santos, Júlio Dolbeth, Joana Rosa Bragança, Lucas Almeida, Pedro Zamith, João Maio Pinto, Teresa Amaral, Pedro Lourenço, Bráulio Amado, Christina Casnellie, Lucas Barbosa, Artur Varela, Ana Menezes, João Fazenda, Rafael Gouveia, Stevz (br), Christopher Webster (uk), Filipe Abranches, Marco Mendes, dice industries (ale), Kolbeinn Karlsson (sue), Gianluca Costantini (it), Dr. Orango, Maria Pia Cinque (it), Andrea Bruno (it), Igor Hofbauer (cro), Kai Pfeiffer (ale) e Ulli Lust (ale).
4/2/09
Karingana Blues
BMAB | 03/04/2009
No dia 17 de Abril, a Biblioteca Municipal António Botto vai apresentar, no âmbito do projecto “Ser Cidadão - Ser Cidadão do mundo”, o espectáculo “Karingana Blues”. Para crianças a partir dos 5 anos, o espectáculo tem duração de 45 minutos e tem África como inspiração.

Com encenação de Paulo Patraquim, Karingana Blues é um espectáculo composto por textos do repertório tradicional. Karingana Blues parte de histórias tradicionais africanas encetando uma viagem pelos países de língua portuguesa, (re)contando histórias teatralizadas para um público infanto-juvenil. Juntando teatro, música, poesia, cantigas e meia dúzia de adereços provocamos de forma muito divertida encontros, cumplicidades e sorrisos. A interpretação, os adereços e figurinos são da responsabilidade do Bica Teatro – Associação Cultural, sendo que o espectáculo se destina a crianças com mais de 5 anos e tem a duração de 45 minutos. Kaningana Blues acontecerá na Biblioteca Municipal António Botto no próximo dia 17 de Abril, pelas 11h00, pelo que os interessados em assistir deverão contactar o serviço de Animação (241 379 991 ou animacao@bmab.cm-abrantes.pt).
4/2/09
Entre nós e as palavras...
BMAB | 03/04/2009
Teolinda Gersão é uma das mais importantes escritoras portuguesas da actualidade. Com a sua recente obra, "A mulher que prendeu a chuva", venceu o Prémio Literário Fundação Inês de Castro (FIC) 2008. No dia 7 de Abril, a autora vai estar “entre nós e as palavras...” na Biblioteca António Botto.

Teolinda Gersão vai estar “entre nós e as palavras...” no próximo dia 7 de Abril, às 21h30. A sessão contará com a presença de Marly Serras, professora em Abrantes, que acedeu ao convite da Biblioteca Municipal António Botto para fazer a apresentação da escritora e obra. Natural de Coimbra, Teolinda Gersão estudou Germanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tuebingen e Berlim, e ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada na Universidade Nova de Lisboa até 1995, altura em que passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. É autora de vários livros de ficção, traduzidos em oito línguas. Os seus livros retratam aspectos da sociedade contemporânea, mesmo quando a acção é transposta para uma época diferente. A problemática das relações humanas, a dificuldade de comunicar, o amor e a morte, opressão e liberdade, identidade, resistência, criatividade, são alguns dos temas focados. Outro aspecto central é a atenção dada ao tempo: quer se trate do tratamento do tempo na própria estrutura narrativa, quer seja o tempo histórico em que a acção decorre: a ditadura de Salazar em Paisagem com Mulher e Mar ao Fundo, os anos vinte em O Cavalo de Sol, o século XIX em A Casa da Cabeça de Cavalo, os anos cinquenta e sessenta em Lourenço Marques em A Árvore das Palavras. Os factos históricos são todavia encarados numa perspectiva que transcende a sua época e os situa em ligação com a actualidade. Por duas vezes recebeu o Prémio de Ficção do Pen Club, e foi também distinguida com o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Fernando Namora, o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio Máxima de Literatura 2008. Teolinda Gersão foi a vencedora do Prémio Literário Fundação Inês de Castro (FIC) 2008, pela autoria do livro de contos "A mulher que prendeu a chuva" (Sextante).
4/2/09
Encontro com a autora
BMAB | 20/04/2009
Rita Taborda Duarte vai estar na Biblioteca António Botto na próxima sexta-feira, dia 24 de Abril, para um encontro com alunos do 1º Ciclo, que terá início às 10h30. A autora desloca-se a Abrantes no âmbito de uma Feira do Livro que está a acontecer na Escola nº 1 (Quinchosos). Aproveitámos a oportunidade e quisemos dar a conhecer a mais crianças o excelente trabalho da escritora.

Rita Taborda Duarte nasceu em Lisboa em 1973. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses) na Faculdade de Letras de Lisboa e prepara-se para defender uma tese de mestrado em Teoria da Literatura, sob o tema genérico Crítica e Representação: Da Aporia na Crítica de um Texto Poético. A escritora foi docente na Faculdade de Letras do Porto e na Universidade da Beira Interior, leccionando actualmente na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa. Colabora com crítica de poesia no suplemento literário Mil Folhas, do jornal diário Público, e esporadicamente em outras publicações da especialidade. Começou a escrever no DNJovem, suplemento literário-juvenil do Diário de Notícias, e tem publicado em diversas revistas literárias (Ópio, Bíblia, Número, Canal, Di Versos, HablarlFalar de Poesia, etc.). Colaborou na antologia Poemas com Frutos, associada a uma exposição subordinada ao mesmo título, organizada pela revista Ópio. Publicou poesia - Poética Breve (1998), Na Estranha Casa de Um Outro (2006), Experiências Descritivas (2007, com André Barata) - e literatura infantil: A Verdadeira História de Alice (2004, Prémio Branquinho da Fonseca), A Família dos Macacos (2006), Os Piolhos do Miúdo e Os Miúdos do Piolho (2007), e os muito recentes Sabes, Maria, o Pai Natal não Existe (2008) e O Tempo Canário e o Mário ao Contrário (2008), todos eles ilustrados por Luís Henriques. Actualmente prepara um livro de poesia, com um projecto subsidiado pelo programa de Bolsas de Criação Literária do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Rita Taborda Duarte vai estar na Biblioteca Municipal António Botto na próxima sexta-feira, dia 24 de Abril, às 10h30.
4/20/09
“Ribatejo – Terra de Campeões, 1892 – 2008”
BMAB | 30/04/2009
No dia 13 de Maio, pelas 19h00, acontecerá mais um “encontro com o autor”. Desta feita, será a vez de Carlos Arsénio, autor da obra “Ribatejo – Terra de Campeões, 1892 – 2008”. Um livro que mostra que a cultura e o desporto andam de mãos dadas.

“Ribatejo – Terra de Campeões, 1892 – 2008” é uma obra que nos dá a conhecer a grande maioria dos nomes (e não só...), daqueles que, nascidos no Ribatejo, terra de gente forte, trabalhadora e dedicada, mais se distinguiram na área do desporto. Vem recordar - e homenagear - todos aqueles que, no decurso de várias décadas, tanto pugnaram pelo desenvolvimento do desporto da nossa terra. E nomes, como o do doutor António Martins, o primeiro português a participar numa edição dos Jogos Olímpicos, em duas modalidades bem distintas (tiro e atletismo) e até de outros que, mesmo não tendo nascido no Ribatejo, mantiveram fortes ligações com as terras de seus pais, aí passando largos dias da sua infância, justificando figurar neste lote. Tais são os casos, por exemplo, de Jesus Correia, o Necas, que foi campeão, em futebol, pelo Sporting e um Grande campeão da Europa e do Mundo em hóquei em patins; e de Belarmino Fragoso, um pugilista excelente de punhos mas a quem a vida nunca sorriu. Esta actividade acontecerá no dia 13 de Maio, às 19h00, contando com a presença do autor, Carlos Arsénio, e de Gentil Martins, que fará a apresentação da obra em si. Goste de desporto ou não, convidamo-lo a vir até à biblioteca partilhar este momento connosco.
4/30/09
Hora do Conto
BMAB | 30/04/2009
Por forma a dinamizar os seus pólos existentes em algumas freguesias, a BMAB vai levar a efeito Horas do Conto descentralizadas. Pego e Tramagal são os dois primeiros locais. As inscrições deverão ser efectuadas junto dos pólos.

O objectivo é fazer com que as crianças do ensino pré-escolar e ensino básico comecem a criar alguma familiaridade com a biblioteca, enquanto instituição cultural onde aprender deverá ser divertido. As actividades designadas por Hora do Conto são sempre uma excelente forma de criar essa ponte entre as crianças e a biblioteca. Afinal, quem não gosta de ouvir uma boa história?... Por estas razões, o Sector de Animação da Biblioteca Municipal António Botto vai promover, ao longo do ano, esta actividade nos pólos existentes no concelho. Assim, no próximo dia 7 de Maio vamos estar no Pólo do Pego; e no dia 8 de Maio, no Pólo do Tramagal. As actividades têm início às 10h30 e são abertas a quem quiser assistir.
4/30/09
Os Artistas da UTIA
BMAB | 30/04/2009
Entre 30 de Abril e 8 de Maio de 09, a biblioteca tem expostos trabalhos de pintura e artes decorativas elaborados pelos alunos da Universidade da Terceira Idade de Abrantes. Para visitar no horário nornal de funcionamento das 9h00 às 19h30.

Até à próxima sexta-feira, dia 8 de Maio, a Biblioteca Municipal António Botto vai ter patente ao público uma exposição colectiva com trabalhos elaborados pelos alunos da UTIA – Universidade da Terceira Idade de Abrantes. Esta exposição ocorre em dois momentos: de um lado, trabalhos de pintura; do outro, artes decorativas e outras técnicas aplicadas sobre materiais diversos. Esta será uma forma do publico ficar a conhecer um pouco do trabalho que se vai fazendo na UTIA, cujo mérito social é inegável, dado o efeito muitas vezes terapêutico que exerce junto dos alunos da universidade. No âmbito desta exposição e integrado no projecto “Partilhe o mês de Maio com a UTIA”, acontecerá na sala polivalente da biblioteca, um colóquio intitulado “Odores... Saberes... Sabores...”, por António Fernandes Carraço. Será a 4 de Maio, às 10h00.
4/30/09
Gonçalo M. Tavares
BMAB | 15/05/2009
É, seguramente, um dos melhores escritores do nosso tempo e vai estar “entre nós e as palavras” no próximo dia 22 de Maio, às 21h30. Entre outras obras, Gonçalo M. Tavares foi o autor do romance “Jerusalém”, vencedor de dois importantes prémios nacionais. Um encontro com o autor a não perder na biblioteca municipal!

A Biblioteca Municipal António Botto vai receber, no próximo dia 22 de Maio, sexta-feira, pelas 21h30, o escritor Gonçalo M. Tavares. Considerado pela crítica como um dos melhores escritores do nosso tempo, Gonçalo M. Tavares tem conquistado também o público e, aos 39 anos, é um autor de enorme sucesso, não só em Portugal e no Brasil, mas também nos países onde se encontra traduzido: Espanha, Índia (Inglês), Itália e Suíça (Francês). Nesta sessão de mais um “Entre nós e as palavras...”, a apresentação do autor e da sua obra estará a cargo de António Figueirinha, professor de Português na Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes. Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Foi Bolseiro do Ministério da Cultura - IPLB com uma bolsa de Criação Literária para o ano 2000, na área de poesia. Em Dezembro de 2001 publicou a sua primeira obra: “Livro da dança”, na Assírio e Alvim. Recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso com a obra “O Senhor Valéry” (publicado na Editorial Caminho em 2002), e o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, com Investigações. Novalis (Difel). Publicou “O homem ou é tonto ou é mulher” e “A colher de Samuel Beckett e outros textos”, ambos na Campo das Letras e adaptados para teatro. Está representado em antologias de poesia publicadas na Holanda («Hotel Parnassus, Poetry International 2002») e na Bélgica («Het laatste anker» - «O último refúgio - 300 poemas de todo o mundo sobre a morte», Lannoo/Atlas), e editado em revistas inglesas e americanas. Traduzido para italiano com um conto inserido na antologia «Racconti senza dogana» — «Jovens escritores para a nova Europa» (Gremese Editore). No grupo OuLIPO (França) foi realizada, em 2003, uma leitura de algumas histórias de “O Senhor Valéry” (com tradução e leitura de Jacques Roubaud). Ainda em 2003 publicou “O Senhor Henri” (Caminho). “O Senhor Valéry” foi traduzido para francês, com um prefácio de Jacques Roubaud, e editado em Setembro de 2003 na «Joie de Lire». O ano de 2004 assistiu ao crescimento do «Bairro» com o lançamento de “O Senhor Brecht” e “O Senhor Juarroz”. Publicou os romances: “Um homem: Klaus Klump”, em 2003 e “A máquina de Joseph Walser” (2004) na Caminho. Em 2005 publica, também na Editorial Caminho, a obra “Jerusalém”, Vencedora, em 2004, do Prémio LER/Millenium BCP e, em 2005, do Prémio Literário José Saramago.
5/15/09
Biblos, o espantalho-leitor
BMAB | 22/05/2009
A Biblioteca Municipal António Botto quis associar-se à Festa da Primavera 09, promovida pela autarquia. No âmbito desta Festa, decorrerá este fim de semana (23 de Maio) o Festival de Espantalhos, entre outras actividades. Porque quisemos afugentar o medo da leitura e da falta de imaginação para viajar no mundo dos livros, criámos o Biblos, o espantalho-leitor. Venha conhecê-lo no seu jardim particular, à entrada da biblioteca.

Do site do município (www.cm-abrantes.pt), extraímos esta informação sobre a Festa da Primavera 09: “A Festa da Primavera continua a realizar-se até 24 de Maio, com um conjunto de iniciativas centradas no Centro Histórico da cidade. Este ano a temática associada ao evento é o ambiente e a sustentabilidade. De 22 a 24 de Maio, realiza-se o Festival de Espantalhos, figura intimamente ligada ao fenómeno da Primavera e das festas solares. Os espantalhos são feitos com materiais recicláveis, por alunos de escolas, utentes de instituições sociais e comerciantes do centro histórico. Vão ser colocados em locais estratégicos do centro histórico para que o público possa apreciar esse trabalho que combina imaginação e sensibilidade ambiental, ajudando a criar um ambiente mais saudável e uma sociedade mais sustentada. No dia 23 de Maio (sábado), realiza-se um Passeio Pedestre (09h30) alusivo à ascensão. Trata-se de um passeio pelo campo, durante o qual os participantes são desafiados a apanhar flores silvestres e a tradicional espiga, significando a celebração da natureza, como símbolo de prosperidade. No mesmo dia, celebra-se a Festa do Maio, a partir das 15h00, na Praça Barão da Batalha, com a realização de um Mercado à Moda Antiga, a eleição da Maia Abrantina, com a participação de ranchos folclóricos do concelho e a “Guerra das flores”, com derrame das flores recolhidas durante a manhã, evocando uma tradição antiga sobre a qual se conta que o mês de Maio era celebrado com o derrame de flores, nomeadamente sobre os casais de noivos, e a oferta de flores à imagem de Nossa Senhora de Fátima. A Maia Abrantina envolve os ranchos participantes, apresentando cada um a sua “Maia” vestida a rigor, de preferência com motivos florais. Cada criança ou jovem do género feminino representa a freguesia ao qual o rancho pertence. No final, o júri “elege” a Maia do ano. A Festa da Primavera é organizada pela Câmara Municipal, Abrantes Fórum e Associação Comercial e Serviços dos concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal e Mação.”
5/22/09
“Hoje já são gente.”
BMAB | 26/05/2009
No próximo sábado, dia 30 de Maio, a biblioteca municipal vai promover a realização de uma conferência onde a criança será o tema central. Será a partir das 15h30. Para todos aqueles que se preocupam com a educação dos seus filhos. Durante a conferência haverá nos claustros do Convento animação para as crianças.

Com o objectivo de promover a responsabilidade pedagógica de toda a comunidade, com especial destaque para pais e educadores, especialmente em torno de questões centrais da cidadania como a educação para os valores, a educação para a saúde e a educação ambiental, a Biblioteca Municipal decidiu, no âmbito do seu projecto “Ser cidadão”, levar a efeito a conferência “Hoje já são gente.”. Esta conferência terá lugar no próximo Sábado dia 30 de Maio, às 15h30, e contará com a moderação de Sofia Loureiro Lopes, Psicóloga. Contudo, e para que os pais possam assistir à conferência sem estarem preocupados com os filhos, está prevista a realização de animação para as crianças nos claustros do Convento, entre as 15h00 e as 18h30, hora a que deverá já estar terminado o encontro. Insufláveis, pinturas faciais e modelagem de balões são algumas das actividades que vão acontecer para as crianças. A conferência irá acontecer na sala polivalente da biblioteca e contará com os seguintes temas e oradores: “A criança também é cidadã: direitos negados, deveres esquecidos.”, por Ana Teixeira (Jurista/ Mediadora Familiar); “Educação das crianças: os pais também são responsáveis.”, tema subdividido em “Problemas de aprendizagem”, por Isabel de Sá (Investigadora da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação), e “Competências Parentais”, por Rute Agulhas (Psicóloga); “Educação para a saúde alimentar: amanhã já pode ser tarde.”, por Teresa Mariano (Nutricionista); “Educação ambiental: só temos este mundo”, pela QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza). Esta será uma conferência com entradas gratuitas, destinada a todos aqueles que se preocupam com a educação das crianças, sejam pais ou pedagogos em geral.
5/26/09
“Ler os nossos...”
BMAB | 02/06/2009
Em mais um encontro com autores locais, a biblioteca municipal vai receber Aida Baptista, a propósito da obra “O Chão da Renúncia”, da editora MinervaCoimbra. O encontro acontecerá no dia 16 de Junho, às 21h30.

Numa actividade destinada ao público em geral, a Biblioteca Municipal António Botto vai promover a realização de mais uma edição do “Ler os nossos”, que contará com a presença da autora local, Aida Baptista. O livro “O Chão da Renúncia”, da editora MinervaCoimbra, será o ponto de partida para uma conversa em torno da obra e da artista, que se realizará no dia 16 de Junho, pelas 21h30. Maria Aida Costa Baptista nasceu em Pinheiros, concelho de Tabuaço, distrito de Viseu. Com um ano de idade foi para Angola, tendo vivido sempre na cidade de Benguela, onde estudou, casou, teve dois filhos e iniciou a sua carreira docente. De regresso a Portugal, em 1975, fez a Licenciatura em História e uma Pós-graduação em Estudos Europeus na Universidade de Coimbra e o Mestrado em Literatura e Cultura Portuguesas, na Universidade Nova de Lisboa. Em 1989, candidatou-se a Leitora de Português no estrangeiro e foi colocada pelo ICALP na Universidade de Helsínquia, Finlândia, onde cumpriu uma missão de 8 anos. Em 1998, foi seleccionada pelo Instituto Camões para uma segunda missão, na Universidade de Toronto, Canadá. Terminada esta, em 2003, decidiu reunir em livro algumas das suas experiências pessoais e profissionais, publicadas sob a forma de crónicas, de que resultou a sua primeira obra "Passaporte Inconformado", com chancela da MinervaCoimbra. Em 2004, e novamente através do Instituto Camões, regressa a Angola para dirigir o Centro de Língua Portuguesa de Benguela e dar aulas no pólo da Universidade Agostinho Neto. Como nunca interrompeu a sua colaboração semanal na imprensa comunitária de Toronto, as suas crónicas, escritas num espaço a que regressou trinta anos depois, ganharam um novo registo. Assim surge “O Chão da Renúncia”, um testemunho de emoções e vivências passadas no mesmo lugar afectivo, mas decorrentes de um novo tempo histórico. Sobre a obra, a autora refere o que a influenciou: “Benguela foi a cidade onde me conheci, cresci e tornei mãe e mulher. Foi aí que forjei a identidade que carrego nos genes e moldei a minha dupla natureza: europeia, por herança familiar; africana, na incorporação de aprendizagens nascidas de um chão que aprendi a conhecer a partir de uma idade vazia de memórias. Deixei Benguela no turbilhão da guerra civil, quando a segurança de dois filhos pequenos falou mais alto e ditou um regresso ao chão desconhecido das raízes ancestrais. Regressei trinta anos depois (...). Por isso, as crónicas seleccionadas para esta edição são uma intrincada teia de textos que, para além do registo para memória futura de um conjunto de experiências que reflectem novas realidades, revelam uma despudorada confissão de estados de alma e emoções na sua nudez mais completa. Em ambas as situações, porém, a escrita nunca aparece de forma desapaixonada, porque o passado e as experiências vividas noutros lugares interferem na análise que se pretendia isenta e neutra.”
6/2/09
Hora do Conto
BMAB | 02/06/2009
A BMAB continua a dinamizar os pólos existentes nas freguesias do concelho vai levar a efeito Horas do Conto descentralizadas. Desta feita, será a vez de Bemposta e Mouriscas.

O objectivo é sempre fazer com que as crianças do ensino pré-escolar e ensino básico comecem a criar alguma familiaridade com a biblioteca, enquanto instituição cultural onde aprender deverá ser divertido. As actividades designadas por Hora do Conto são sempre uma excelente forma de criar essa ponte entre as crianças e a biblioteca. Por estas razões, o Sector de Animação da Biblioteca Municipal António Botto está a promover, ao longo do ano, esta actividade nos pólos existentes no concelho. Assim, e dando continuidade ao projecto iniciado em Maio, no próximo dia 3 de Junho vamos estar no Pólo do Bemposta; e no dia 4 de Junho, no Pólo do Mouriscas. As actividades têm início às 10h30 e são abertas a quem quiser assistir.
6/2/09
Exposição de desenhos
BMAB | 08/06/2009
Alunos da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu visitaram a exposição de Günter Grass patente na biblioteca municipal e participaram num ateliê, cujo resultado pode ser agora visto numa exposição que complementa a primeira.

São alunos do 12º ano do Curso Científico e Humanístico de Artes Visuais da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu. No fundo, são já artistas. No dia 29 de Maio, de manhã, vieram até à biblioteca municipal, acompanhados por dois professores, visitar a exposição “Günter Grass - o Artista Plástico”. No final da visita à exposição, onde puderam ficar a conhecer um pouco melhor a vida e obra do artista alemão, Nobel da Literatura, lançámos o repto: fazer um trabalho usando apenas lápis de carvão e sanguinea, inspirado no que tinham visto e ouvido. Imediatamente o desafio foi aceite e numa hora nasceram os trabalhos que agora podem ser vistos numa pequena exposição complementar à de Günter Grass. Venha ver no horário normal de funcionamento da biblioteca.
6/8/09
“Ler os nossos...” com Gonçalo Simões
BMAB | 08/06/2009
Gonçalo Simões é um jovem escritor abrantino que vem à biblioteca municipal apresentar a sua primeira obra, “Uma avenida infinita”. Será na próxima sexta-feira, dia 12 de Junho, às 21h30.

Gonçalo Simões nasceu em Abrantes em 1990. Actualmente é aluno do curso de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Com uma grande ligação e um gosto pessoal, desde sempre, pelas línguas, com especial ênfase para a Língua Portuguesa, Gonçalo foi por duas vezes concorrente ao Campeonato da Língua Portuguesa, promovido pela SIC, Expresso, BPI e Jornal de Letras, Artes e Ideias: em 2006, conseguiu um excelente 2º lugar, na categoria 15 aos 18 anos; o que serviu de preparação para a conquista do 1º lugar neste concurso em 2008, na mesma categoria. Em 2009, Gonçalo Simões lança a sua primeira obra literária. O livro “Uma avenida infinita”, publicado pela Chiado Editora, é uma obra de poesia e será dada a conhecer aos abrantinos na próxima sexta-feira, dia 12 de Junho, às 21h30, na Biblioteca Municipal António Botto, em mais uma sessão do “Ler os nossos”.
6/8/09
Neo-Realismo em exposição
BMAB | 18/06/2009
Entre 18 de Junho e 10 de Julho 09, não perca na Biblioteca Municipal António Botto, a exposição “O Neo-Realismo Literário Português. Entre a Realidade e a Utopia.” Ao longo de dezassete painéis podemos encontrar referências a alguns dos mais importantes escritores e obras desta corrente literária portuguesa.

O movimento neo-realista pode considerar-se fruto da crise económica de 1929 e em Portugal está associado ao movimento de resistência democrática à ditadura salazarista. Iniciado na década de 30, esta nova tendência para a literatura de crítica social, revaloriza o Realismo novecentista. Entre os nomes maiores do neo-realismo português destacam-se Afonso Ribeiro, António Alves Redol, Sidónio Muralha, Armindo Rodrigues, Mário Dionísio, João José Cochofel, Joaquim Namorado, José Gomes Ferreira, Carlos de Oliveira, Manuel da Fonseca, Fernando Namora, Fernando Monteiro de Castro Soromenho, entre outros. As primeiras manifestações neo-realistas surgem em revistas juvenis como "Outro Ritmo" (Porto, 1933), "Gleba" (Lx, 1934), "Gládio" (Lx, 1935), "Ágora" (Coimbra, 1935), "O Diabo" (1934-40), "Sol Nascente" (1937-40), "Altitude" (1939), "Síntese" (1939-40) e "Pensamento" (Porto, 1939-40). Também em revistas como "Seara Nova", "Presença", "Manifesto", "Portucale". Com o início da Segunda Guerra Mundial surgem títulos de índole neo-realista como "Ilusão na Morte" (Afonso Ribeiro, 1938), "Sinfonia de Guerra" e "A Arte e Vida" (António Ramos de Almeida, 1939, 1940), "Rosa dos Ventos" (Manuel da Fonseca, 1940), "Corsário" (Álvaro Feijó, 1940), "Cadernos Azuis" (série de ensaios); "Novo Cancioneiro" (Coimbra, 1941-44, com poetas como Álvaro Feijó e Políbio Gomes), "Novos Prosadores" (complemento do "Novo Cancioneiro"), "Galo"(Coimbra,1948), e "Cancioneiro Geral" (Lisboa) - no âmbito da séries editoriais poéticas -, revista "Vértice" (1945), "Esteiros" (por alguns considerada a uma obra-prima do neo-realismo - Soeiro Pereira Gomes, 1941). Se na sua fase inicial predominava o articulismo e a polémica da revista, a atenção deslocou-se posteriormente da poesia e do conto para o romance de teorização estética e ensaio histórico. A mais importante corrente alternativa ao neo-Realismo é o Surrealismo, que passou a dominar no período conturbado da Guerra Fria, com o progressivo desencanto da literatura neo-realista. Esta já dificilmente se adequava às camadas que pretendia interessar. Os ficcionistas neo-realistas adaptaram a sua escrita aos gostos e público, e na década de 50 já o Neo-realismo convergia com certas vanguardas estéticas (Surrealismo, Existencialismo). Tudo isto estará resumido na exposição que actualmente se encontra exposta na Biblioteca Municipal António Botto, intitulada “ O Neo-realismo literário português - Entre a realidade e a utopia”. A década de 1930, os movimentos culturais juvenis nos anos 30, o ensaísmo doutrinário e crítico, o primeiro surto da poesia e da ficção na década de 40, os novos prosadores e o encontro de gerações dos anos 50 são algumas das temáticas focadas nesta mostra organizada pelo Museu do Neo-realismo, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, a qual chega agora à Biblioteca António Botto em Abrantes. A exposição pode ser visitada no horário de funcionamento da biblioteca de segunda a sexta-feira das 9h00 às 19h30 e é dirigida ao público em geral.
6/18/09
José-Alberto Marques em “Ler os nossos”
BMAB | 18/06/2009
No aniversário dos 50 anos da publicação do primeiro poema concreto em Portugal, o escritor abrantino José-Alberto Marques vem ao “Ler os nossos”. Será no dia 23 de Junho, às 21h30. Participe!

No próximo dia 23 de Junho, a Biblioteca Municipal António Botto promove mais um “Ler os nossos”. Desta feita, o convidado será José-Alberto Marques, que vem à biblioteca a propósito do seu mais recente livro “I'Man”, nas comemorações dos 50 anos da publicação do primeiro poema concreto em Portugal, pelo próprio. O encontro terá início às 21h30 e destina-se a todos aqueles que queiram participar. José - Alberto Marques nasceu a 4 de Outubro de 1939 em Torres Novas. Segundo o próprio, nunca se deu conta de que era estudante por se interessar mais pelos textos do jornal escolar e por ter pertencido à Direcção do Cine Clube. Começou a ter uma paixão pela poesia a própria e a dos outros. Escreve para a revista do Colégio Andrade Corvo em 1958/59 o 1º poema concreto em Portugal por um português, intitulado SOLIDÃO. Foi universitário e teve várias profissões para saldar o preço da vida que lhe enchia os olhos de precepções e ilusões. Ganhou o tempo a rasgar papéis e objectos, acumulando livros enquanto era editor do jornal Quadrante da Faculdade de Direito de Lisboa. Depois seguiu o interminável percurso dos amantes e deixou o nome ligado ao Movimento de Poesia Experimental. Actualmente anima-o a felicidade de ter sido amigo da última geração dos surrealistas portugueses. Tendo sido um profissional do ensino, percorreu todos os cargos possíveis elegendo o de Orientador Pedagógico de Português (por concurso público), aquele onde a pele não interferia com o organismo. Foi candidato pelo M.E.S. (não eleito) à Assembleia Constituinte de 1975 e fez parte, mais tarde, da direcção do S.P.G.L.. Escreveu livros de poesia, romances, livros infanto-juvenis, publicou textos de crítica literária em diários e revistas de especialidade, fez exposições de poesia visual em vários países e foi antologiado em várias edições portuguesas e estrangeiras. Encenou peças de teatro, fez happenings, instalações e performances. Além disso, esteve preso, por razões políticas em 1973. Ganhou o 1º Prémio Nacional de LiIteratura Infanto-Juvenil nas comemorações dos 20 anos do 25 de Abril, com o livro Magia dos Sinais e obteve uma Menção Honrosa no Prémio Aquilino Ribeiro, com o livro Padrões. Foi homenageado em Abrantes, tendo-lhe sido atribuída, nos 80 anos de elevação a cidade, a medalha "Uma obra de prestígio sobre a arte". Fez parte da Direcção da Associação Portuguesas de Escritores. José-Alberto Marques é um dos nomes maiores da poesia contemporânea portuguesa. Nascido em Torres novas, vive "exilado" em Abrantes, esquecido e ignorado pelo poder local torrejano. Está certo, o homem nunca foi de lamber as botas... Conheçam a sua obra e a sua "loucura". Poeta maldito hoje, será no futuro, quando morrer um nome incontornável da literatura portuguesa.
6/18/09
Entre nós e as palavras...
BMAB | 29/06/2009
Mia Couto é um nome incontornável da literatura da actualidade. E vai estar “entre nós e as palavras” na Biblioteca António Botto, em Abrantes, no próximo dia 21 de Julho, às 21h30. A não perder!

No próximo dia 21 de Julho, o escritor Mia Couto vai estar em Abrantes. Numa parceria com a “Ao pé das Letras”, a Biblioteca Municipal António Botto orgulha-se de receber este nome de referência da literatura de Língua Portuguesa. Mia Couto vai estar “Entre nós e as palavras...”, numa sessão imperdível que terá início às 21h30 e que se destina ao público em geral. Mia Couto nasceu na Beira, em 1955. Foi jornalista. É professor, biólogo e escritor. “Raiz de Orvalho” (poemas), o seu primeiro livro, foi publicado em 1983. Seguiram-se, “Vozes Anoitecidas” (1986), um livro de contos premiado pela Associação de Escritores Moçambicanos; “Cronicando” (1988), um livro de crónicas; “Cada Homem é uma Raça” (1990); “Terra Sonâmbula” (1992), primeiro romance do autor; “Estórias Abensonhadas” (1994); “A Varanda do Frangipani” (1996); “Contos do Nascer da Terra” (1997); “Vinte e Zinco” (1999) e “Um Rio Chamado Tempo”; “Uma Casa Chamada Terra” (2002), entre outros. Está traduzido em diversas línguas. Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século XX), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999 e com o Prémio Literário Mário António (atribuído a escritores africanos lusófonos ou escritores timorenses) pela obra “O Último Voo do Flamingo”, em 2001. Em 2007 foi distinguido com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas e com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance “O Outro Pé da Sereia”. Mia Couto vem a Abrantes apresentar o meu mais recente romance “Jesusalém”. Eis um resumo da obra: “Profundamente abalado pela morte da mulher, Dordalma, aquela que era "um bocadinho mulata", Silvestre Vitalício afasta-se da cidade e do mundo. Com os dois filhos Mwanito e Ntumzi, mais o criado ex-militar Zacarias Kalash, faz-se transportar pelo cunhado Aproximado para o lugar mais remoto e inalcançável. Aí, numa velha coutada de caça em ruínas, funda o seu refúgio, a que dá o nome de Jesusalém, porque a vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado”. Publicado pela editorial Caminho, «Jesusalém» fala sobre «a tentação e a impossibilidade de recomeçar do zero» e marca uma ruptura já iniciada nos últimos dois ou três livros, e que Mia Couto justifica por não querer ser considerado «um inventor de palavras».
6/29/09
"Ler os nossos..." recebe Manuel Batista Traquina
BMAB | 13/07/2009
É natural de Souto, concelho de Abrantes, e vem ao “Ler os nossos” apresentar o seu livro “Os tempos de Guerra - De Abrantes à Guiné”. O seu nome: Manuel Batista Traquina. Será no dia 23 de Julho, às 21h30.

No dia 23 de Julho (Quinta-feira), às 21h30, a Biblioteca Municipal António Botto promove mais uma sessão com um autor local. Em “Ler os nossos” vai estar Manuel Batista Traquina, antigo combatente na guerra colonial, que resolveu colocar as suas memórias de guerra num livro intitulado “Os tempos de guerra - De Abrantes à Guiné”. Natural do Souto assentou praça a 4 de Janeiro de 1967, tendo sido mobilizado para a Guiné a 13 de Setembro. Como muitos outros combatentes na guerra embarca no Niassa a 1 de Maio de 1968, tendo regressado a Portugal em 1970. “Os tempos de Guerra - De Abrantes à Guiné” é mais um testemunho de uma guerra que marcou várias gerações de portugueses, sendo, ainda hoje, um tema delicado na sociedade portuguesa pelo que nunca é demais falar sobre o assunto. Venha assistir!
7/13/09
“Dois anos com a rainha das artes”
BMAB | 13/07/2009
De 15 de Julho a 6 de Agosto, a biblioteca municipal vai apresentar aos abrantinos uma mostra de trabalhos dos alunos de pintura da Palha de Abrantes - Associação Cultural. Uma exposição com trabalhos executados por adultos e crianças, que poderá ser visitada no horário normal (de Verão) de funcionamento da biblioteca.

“Dois anos com a rainha das artes” é a proposta que temos para si até ao dia 6 de Agosto. Uma exposição com trabalhos dos alunos da escola de pintura da Associação Cultural “Palha de Abrantes”. Sob os ensinamentos do pintor Álvaro Mendes, que assume na escola o papel de professor, aos alunos/pintores Maria Gabriela Pires da Rosa Margarido, Graça Maria Santos do Nascimento, Maria da Luz, António Filipe, Maria da Graça Santos, Fernanda Andrade e Simão Pita, juntam-se nesta mostra as crianças do ATL “Troca Tintas desta associação. A título de curiosidade registe-se a idade destas crianças: entre os 6 e os 9 anos. Não deixe de visitar esta exposição no horário normal de funcionamento da biblioteca (Verão) entre as 9h30 e as 18h00, encerrando para almoço das 12h30 às 14h00.
7/13/09
“O Fogo” na BMAB
BMAB | 12/08/2009
Intitulada “O Fogo”, a exposição presentemente patente ao público abrantino na Biblioteca Municipal António Botto é da autoria de Rogério Oliveira e vai poder ser visitada entre 12 e 30 de Agosto 09.

Rogério Oliveira (consulte o portfólio em www.rogerio-photo.com) é um fotojornalista “freelancer” que habitualmente colabora com o jornal “Bombeiros de Portugal”, entre outros orgãos de comunicação e instituições oficiais. A sua paixão e enorme respeito pela instituição “Bombeiros” fazem-no uma pessoa atenta e com um olhar perspicaz para captar “o” momento exacto, sempre que resolve efectuar uma reportagem fotográfica de um incêndio. Tal visão pode ser contemplada numa exposição presentemente patente ao público na Biblioteca Municipal António Botto. Intitulada “O Fogo”, esta é uma mostra de 18 fotografias alusivas ao incêndio que assolou a aldeia de S. Miguel do Rio Torto em 2003, podendo ser visitada até ao dia 30 de Agosto, entre as 9h30 e as 12h30 e as 14h00 e as 18h00. Uma perspectiva assustadoramente realista que nos faz sentir muito pequenos perante o apetite voraz do fogo, que nos faz ter um respeito ainda maior pelos “soldados da paz” e sensibiliza-nos para um cuidado acrescido com as questões da floresta. No âmbito desta exposição, a biblioteca municipal quis também prestar a sua homenagem aos Bombeiros Municipais de Abrantes e ao longo da mostra fotográfica estão expostos diversos equipamentos e objectos, que têm feito a história da instituição em Abrantes. Aos Bombeiros Municipais, o nosso agradecimentos pela disponibilização dos mesmos.
8/12/09
“Que nem uma árvore...”
BMAB | 3/09/2009
Entre 3 e 25 de Setembro, 22 fotografias de Arnaldo Carvalho vão estar em exposição na biblioteca municipal. Não deixe de visitar esta magnífica mostra de momentos que o fotógrafo captou ao longo das suas digressões com a Brigada Victor Jara.

De 3 a 25 de Setembro, o público em geral poderá visitar uma exposição intitulada “Que nem uma árvore…” patente na Biblioteca Municipal António Botto. Esta mostra é composta por fotografias representativas da natureza, da autoria de Arnaldo Carvalho, um dos elementos do grupo de música popular Brigada Victor Jara, que no decurso das viagens que efectuou, começou a interessar-se pelo mundo da fotografia. Após a descoberta dessa paixão, em 2006, decide frequentar um curso de fotografia de forma a melhorar os seus conhecimentos. Progressivamente, o autor desta exposição, começa a dedicar grande parte da sua vida ao mundo da fotografia e em 2007 integra a primeira exposição colectiva realizada em Estremoz. No ano de 2008 conquista o 1ª Prémio na categoria de paisagem no concurso nacional “Rede Natura 2000”, com a fotografia “Deus e a natureza”, promovido pela SPEA. A sua primeira exposição individual teve lugar em 2009 na Biblioteca Municipal de Cantanhede. Os trabalhos de Arnaldo Carvalho podem ser vistos em www.arcarvalhophoto.blogspot.com. “Que nem uma árvore…” pode ser visitada em Abrantes, no horário de funcionamento da Biblioteca Municipal António Botto: de Segunda a Sexta-feira das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. “As que desafiam a temporalidade e teimam em não morrer, continuando de pé, quais estátuas a imortalizar heróis. E mesmo depois de mortas ainda nos aquecem, são um chão ou um tecto, um esteio, um barco, um ponto de passagem. São a prova de que nada acaba, tudo se transforma. Nasce-se, vive-se e morre-se… que nem uma árvore!” Arnaldo Carvalho
9/3/09
“Recolectores de Palavras”
BMAB | 18/09/09
A Biblioteca Municipal António Botto, em parceria com a DGLB, vai promover uma acção designada por “Recolectores de Palavras”, numa concepção e realização de Miguel Horta. Será no próximo dia 22 de Setembro, no período da manhã. Inscreva-se!

Os “Recolectores de Palavras” é a proposta que temos para si no dia 22 de Setembro, entre as 10.00 e as 13.00 horas. Com a concepção e realização do escritor Miguel Horta, esta é uma actividade ideal para ser desenvolvida em família, uma vez que o seu público alvo vai dos 8 aos 80 anos. Os “Recolectores de Palavras” trata-se de uma oficina de construção poética, realizada em meio urbano, saindo da biblioteca e percorrendo as ruas, praças, jardins da cidade em busca das suas palavras perdidas. Depois, é só dar largas à imaginação... Inscreva-se já, gratuitamente, uma vez que esta acção tem um limite máximo de 25 participantes. Esta é uma actividade desenvolvida em parceria com a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB). Inscrições para o número de telefone 241 379 990 ou e-mail animacao@bmab.cm-abrantes.pt.
9/18/09
“A escola do avesso”
BMAB | 29/10/09
A Biblioteca Municipal António Botto promove, no próximo dia 5 de Novembro de 2009, uma acção de formação intitulada “A escola do avesso”. O formador é o actor Paulo Condessa. Inscreva-se já!

“A escola do avesso” é uma acção de formação destinada ao público em geral e a alunos do secundário(preferencialmente 11º e 12º anos), com a duração de 3 horas, e tem um limite máximo de 25 pessoas. Esta actividade acontecerá no próximo dia 5 de Novembro, havendo a possibilidade de serem realizadas 2 sessões se o número de participantes se justificar: uma entre as 9h30 e as 12h30; e outra entre as 14h30 e as 17h30. As inscrições estão abertas, podendo ser feitas pessoalmente no Sector Administrativo da BMAB ou através dos contactos 241 379 990 ou biblioteca@bmab.cm-abrantes.pt. O trabalho nesta acção de formação será desenvolvido da seguinte maneira: A abordagem é a inversa da escola - a semântica e a gramática vão passear para outras bandas, dando apenas lugar às imagens e às sensações que nascem na fonte sensível de cada pessoa. A liberdade criativa interior é usada e abusada para exprimir e pessoalizar o universo literário clássico (O Sermão, A Mensagem ou Os Lusíadas). Técnicas de relaxamento, de imaginação induzida, de fusão do universo do autor e do leitor serão usadas para levar o trabalho a bom porto. Os formandos testarão formas de descobrir o interesse prático da literatura e criar pontes afectivas com o tema, ligando-o à vida pessoal do leitor. Colagens, intertextualidades, autoria & auto-estima.A formação terá por base as obras literárias: A) Sermão de Santo António aos Peixes; B) A Mensagem; C) Os Lusíadas. Os objectivos desta acção de formação são: despertar o gosto pelas obras literárias, a partir da subjectividade pura explorar a noção de autor-leitor e autor-escritor, fomentar a descoberta do Eu e a partilha com o outro desenvolver a inteligência emocional e criativa.
10/29/09
“100 anos da morte de Avelar Machado”
BMAB | 5/11/09
A Biblioteca Municipal António Botto promove ao longo deste mês de Novembro (6 a 26), uma exposição evocativa dos 100 anos da morte de um dos mais ilustres abrantinos de sempre. Para ver diariamente das 9h00 às 19h30.

General de Engenharia e político de nomeada, José Alves Pimenta de Avelar Machado foi um dos abrantinos a quem o nosso concelho deve mais benefícios. Nasceu a 8 de Novembro de 1848, no Rossio, filho de João Rodrigues Machado Pimenta e de Joana Amélia Rovisco de Mendonça. Casado com Maria Bárbara Ferreira Segurado, tiveram um filho e três filhas. Aluno distinto, matriculou-se em matemática e filosofia na Universidade de Coimbra, tendo obtido o grau de bacharel nas duas faculdades. Fez a carreira militar na arma de engenharia, sendo promovido a alferes em 1873, a major em 1884 e a general em 1903. Obteve algumas das mais altas condecorações portuguesas e estrangeiras, como o Grande Oficialato de Aviz, a Ordem de São Tiago de Espada, a de Leopoldo da Bélgica, a de Comendador de Mérito em Espanha e a Grã-cruz de Isabel a Católica, para só mencionar as principais. Porque o número de qualificados em certas áreas de actividade, era então muito reduzido, foi nomeado para imensas comissões técnicas que implicavam conhecimentos científicos afins dos que possuía. Chegaram a ser 15 ao mesmo tempo! Chefiou a 4ª Repartição do Ministério da Guerra e a Inspecção da Arma de Engenharia, comandou o Regimento de Engenharia e fez parte do Supremo Conselho de Justiça Militar. Tendo sido eleito deputado pelo círculo a que Abrantes pertencia, em 1882, durante quase 20 anos o representou no parlamento, até que, em 1900, se tornou par do reino, por carta régia de 20 de Dezembro desse mesmo ano. A Avelar Machado se deve muito do progresso material da antiga vila e do seu concelho, conquistado num tempo em que o “valimento pessoal” era a condição primordial para se receberem benefícios do estado. A ele se devem muitos melhoramentos, especialmente nos concelhos de Abrantes, Sardoal, Mação e Constância, que compunham o círculo eleitoral, mas também no resto do distrito. Foi por sua intervenção que se obteve o abastecimento de água potável a Abrantes, elevada a cerca de 400 metros de altitude, por força de uma central térmica - a “fábrica da água” - das mais potentes que então se construíam. A inauguração do abastecimento de água foi, aliás, pretexto para uma das mais significativas manifestações públicas de regozijo de que há memória em Abrantes. É também de sua iniciativa a construção da maior parte dos edifícios escolares do concelho; a criação de uma dezena de estações telegrafopostais; de numerosas estradas reais e municipais; dos cais de Rio de Moinhos, Caldelas, Tramagal e Alamal; bem como o corte de pedreiras que estorvavam a navegação do Rio Tejo; a limpeza das carvalheiras e a conclusão dos caminhos de sirga. Não menos significativa foi a sua influência na colocação de muitos abrantinos em funções públicas de relevo. Quando Avellar Machado faleceu, em 23 de Abril de 1909, foi homenageado em toda a região, não havendo vila, aldeia ou lugarejo das redondezas, que não lhe consagrasse uma das suas ruas. Mas Abrantes, pelo muito que beneficiou, entendeu que devia ir mais longe e, por subscrição pública, ergueu-lhe um monumento, na Praça Barão da Batalha, inaugurado a vinte e sete de Junho de 1929, da autoria de Ângelo Teixeira (busto) e Raul Lino (pedestal).
11/5/09
Parabéns, Biblioteca António Botto
BMAB | 26/11/09
Hoje é dia de festa na Biblioteca Municipal António Botto. Fazemos 16 anos!

No dia 26 de Novembro de 1993 nascia, em Abrantes, a Biblioteca Municipal António Botto. O espaço, situado no Convento de São Domingos, um dos monumentos mais emblemáticos de Abrantes, apresenta-se como de grande beleza e simbolismo histórico. A adaptação efectuada para a criação da biblioteca, num projecto do Arquitecto Duarte Castel-Branco, teve a preocupação de criar um espaço funcional, agradável e inspirador. O que reiteramos com orgulho. Faz hoje 16 anos que nasceu a Biblioteca Municipal António Botto, renascida da antiga Biblioteca Gulbenkian. Com o nome do poeta abrantino, um dos mais importantes nomes nacionais da poesia contemporânea. Estamos todos de parabéns porque todos os dias construímos, juntos, uma casa cultural que presta um valioso serviço à comunidade. Todos, sem excepção. Os funcionários e você que nos visita diaria ou ocasionalmente. Vamos continuar a construir o futuro. Que venham mais 16 e mais 16 e mais 16...
11/26/09
VI Jornadas de História Local
No dia 28 de Novembro, a Biblioteca Municipal recebe mais uma edição das Jornadas de História Local. Seja profissional da área ou apenas um curioso da História, não deixe de participar. As inscrições são gratuitas e no final terá direito a um certificado de participação. Veja aqui o programa.

Realizam-se, no próximo dia 28, as VI Jornadas de História Local, numa iniciativa da Associação Palha de Abrantes, através do CEHLA (Centro de Estudos de História Local de Abrantes). As Jornadas terão lugar na Biblioteca Municipal António Botto, às 10h00, e destinam-se a Interessados pela História Local da região de Abrantes, Professores, Autarcas, Funcionários autárquicos e Dirigentes associativos. Após a abertura dos trabalhos, seguir-se-á o painel “O Retábulo de Abrantes, Constância e Sardoal, nos séculos XVI a XVIII”, por Ana Paredes Cardoso, Historiadora da Arte Às 11h15 haverá um curto intervalo, seguindo-se “As Comunidades Camponesas na Pré-História Recente do Vale do Baixo Zêzere”, por Ana Rosa Cruz e Álvaro Batista, do Instituto Politécnico de Tomar/Câmara Municipal de Abrantes. Pelas 12h15, e antes da pausa para almoço, acontecerá a apresentação do n.º 12 da Revista de História Local Zahara. A partir das 14h30, o debate girará em torno do Cinema e Património Local: o Espalhafitas - Palha de Abrantes apresentará o Projecto “Há cinema na aldeia”; e será exibido o documentário “Por aqui passaram”, sobre as Invasões Francesas em Punhete (Constância), com apresentação de António Matias Coelho. Às 16h30 será a vez do tema “Pensar Global e Agir Local - Educação, qualificação e desenvolvimento social através do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação”, por Guillermo Muñoz, doutorando em Mação e investigador no Instituto Terra e Memória. Antes do encerramento das Jornadas, será efectuada a entrega, às 17h15, do Prémio de História Local “Eduardo Campos”, promovido pela Câmara Municipal de Abrantes. As Jornadas de História Local situam-se no âmbito geográfico dos Concelhos de Abrantes, Constância, Gavião, Mação, Sardoal e Vila de Rei e têm por objectivo difundir o conhecimento da História Local da região de Abrantes; apoiar / estimular a investigação na História Local da região de Abrantes; estabelecer laços de conhecimento e cooperação entre os interessados pela História Local da região; e promover relações entre o meio da História Local da região de Abrantes com outros centros de conhecimento histórico.
11/25/08
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